Sábado, 13 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 1 de abril de 2016
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
As medidas que o Governo Federal espera anunciar em breve, como exigência de contrapartida ao acordo para redução do rigor de algumas clausulas no contrato de renegociação das dívidas dos estados com a União, não causarão maior impacto no governo gaúcho.
A proibição da concessão de novos reajustes a servidores, demissão de servidores para manter o limite de gastos com pessoal dentro da previsão da Lei de Responsabilidade fiscal e mudanças no regime de previdência dos servidores, já fazem parte do elenco de medidas que o governador José Ivo Sartori vem defendendo para garantir o ajuste das contas públicas no Rio Grande do Sul. Restará esperar pelo discurso das centrais sindicais a partir dessa fase de ajustes, agora respaldada pelo governo federal.
Faltou dinheiro
A segunda das nove parcelas previstas pelo governo gaucho para quitar a folha de pagamento do mês de março para os servidores do poder executivo,acabou não sendo liberada ontem,como era previsto. O governo fez as contas,e constatou que não teria R$ 250,00 para depositar nas contas dos servidores,como previa inicialmente.
A opinião do prefeito de Arroio do Sal
Observador da cena política,o prefeito de Arroio do Sal, Luciano Pinto da Silva (PDT) dá sua avaliação sobre a notícia dando conta de que o PMDB vai mesmo abandonar o apoio ao governo das presidente Dilma Rousseff: “Depois de estarem há mais de dez anos juntos com o PT no governo usufruindo das benesse do oficialismo, e de terem ajudado a dilapidar o patrimônio público, só falta agora dizerem que serão a solução para esta crise ética, política e econômica do Brasil! Isso parece um deboche!”.
Começou a distribuição de cargos
O Diario Oficial da União sinaliza que começou a redistribuição dos cargos que pertenciam ao PMDB. O foco são deputados de partidos como o PP,PSD e PDT em troca da garantia mínima de 172 votos para evitar o impeachment no plenário da Câmaras. Maioria para continuar governando é outra história.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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