Domingo, 13 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 15 de julho de 2021
Suposto pedido foi relatado por policial que se diz representante da empresa e teria sido feito por ex-diretor do Ministério da Saúde, que nega acusação
Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoA CPI da Covid ouvirá nesta quinta-feira (15) o depoimento de Cristiano Carvalho, representante no Brasil da empresa Davati Medical Supply.
A Davati entrou na mira da CPI após o policial Luiz Paulo Dominghetti, que se apresenta como representante da empresa, ter dito que em fevereiro deste ano o então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, pediu propina em troca da assinatura de um contrato para compra de vacinas.
Segundo Dominghetti, a negociação envolvia 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, e Roberto Dias pediu propina de US$ 1 por dose enquanto eles jantavam em um restaurante de um shopping em Brasília.
Dias, exonerado do cargo no mesmo dia em que surgiram as denúncias, já prestou depoimento à CPI e negou ter pedido propina, afirmando que Dominghetti é um “picareta”.
Senadores devem questionar Cristiano Carvalho nesta quinta sobre as negociações da Davati com o Ministério da Saúde para fornecimento de vacinas; o suposto pedido de propina no jantar; e as negociações com o reverendo Amilton Gomes. O reverendo negociou com a Davati, com o aval do Ministério da Saúde, 400 milhões de doses de vacinas da AstraZeneca.
Amilton Gomes também será ouvido pela CPI, em data a ser definida, e obteve no STF (Supremo Tribunal Federal) o direito de não responder a eventuais perguntas que possam incriminá-lo.
O que dizem as empresas
Quando Dominghetti fez a denúncia do suposto pedido de propina, a AstraZeneca informou que não tem intermediários no Brasil.
A farmacêutica afirmou que todas as doses de vacina do laboratório estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais, como o consórcio internacional Covax Facility. A empresa acrescentou que não disponibiliza vacinas para o mercado privado nem para prefeituras e governos estaduais.
Também em nota divulgada na ocasião, a Davati disse que Dominguetti não tem vínculo empregatício com a empresa e atua como vendedor autônomo. “Nesse caso, ele apenas intermediou a negociação da empresa com o governo, apresentando o senhor Roberto Dias. Sobre a denúncia relatada por Dominguetti, de que o Ministério da Saúde teria solicitado uma ‘comissão’ para a aquisição das vacinas, a Davati afirma que não tem conhecimento”, acrescentou a empresa.
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Com certeza, Consuelo.
Onde estavam estes “inquisidores” quando desviaram os bilhões para construir portos e e muitas mais obras nos países parceiros dos esquerdalhas que não fiscalizaram? Com certeza fazendo parte da divisão da propina, bem quietinhos!
…e continua o show circense dos palhaços.
O que não entendo é o por quê ninguém age contra esses palhaços. Talvez porque lá no DF sejam famílias de elefantes passeando na savana, ou seja, um preso ao rabo do outro com suas trombas sugadoras.
Gostaríamos de saber quem VOTOU NESSE BOSTA DO SENADOR LUIZ CARLOSHEINZE, que continua pregando a cloroquina na CPI, um idiota , analfabeto que se baseia em notícias do WATSAP e redes sociais.Os Gaúchos estão realmente sem noção nas eleições, basta saber da motociata em POA UM BANDO DE IDIOTAS SEGUINDO UM ASSASSINO.