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Rio Grande do Sul Novo relatório do IBGE mostra um crescimento de 2% no PIB do Rio Grande do Sul em 2018

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No cálculo do PIB do RS, a agropecuária apresentou queda de 7,1% entre 2017 e 2018.

Foto: Camila Domingues/Arquivo Palácio Piratini
Grupo de trabalho tem 120 dias para apresentar análise com sugestões. (Foto: EBC)

Divulgado nesta sexta-feira (13), um relatório do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que o PIB (Produto Interno Bruto) do Rio Grande do Sul cresceu 2% em 2018, acima da taxa nacional no período (1,8%), chegando ao montante de R$ 457,29 bilhões. Já a participação da economia gaúcha no País foi de 6,5%, deixando o Estado em quarto lugar, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O PIB per capita do Rio Grande do Sul, por sua vez, cresceu 1,9%, alcançando R$ 40.362,75. O valor era 20,1% superior à média nacional, que foi de R$ 33.593,82 no período. Este número colocou o Estado na quinta colocação brasileira por esse quesito, atrás de Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

As informações constam no estudo “Sistema de Contas Regionais”, que agrega dados ainda mais amplos e detalhados ao levantamento, realizado pelo IBGE em parceria com órgãos regionais – no caso do Rio Grande do Sul, esse trabalho contou com a participação da SPGG (Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão), por meio do DEE (Departamento de Economia e Estatística).

Desempenho setorizado

Conforme o relatório, a alta geral do PIB do Rio Grande do Sul foi puxada pelo avanço da indústria (2,8%) e dos serviços (2,6%), com a agropecuária apresentando queda de 7,1% entre 2017 e 2018.

A performance positiva da indústria explica-se pelos crescimentos da indústria de transformação (4,3%) e da atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (2,6%). No caso dos serviços, os maiores destaques foram as atividades de alojamento e alimentação (5,3%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (5%) e comércio, manutenção e reparação de veículos automotores e motocicletas (4,8%).

Já na agropecuária, a agricultura apresentou o resultado mais negativo (-8,9%), consequência das quedas das quantidades produzidas de soja, arroz, milho e fumo.

A estrutura do VAB (Valor Adicionado Bruto) dos grandes setores passou por pequenas alterações entre 2017 e 2018, com queda da participação da agropecuária (de 9,16% para 8,98%) e leves aumentos das participações da indústria (de 22,36% para 22,44%) e dos serviços, que passaram de 68,48% para 68,58%.

O maior crescimento absoluto na participação do VAB foi das atividades profissionais, científicas e técnicas, administrativas e serviços complementares (de 7,13% em 2017 para 7,94% em 2018), e a maior queda, das atividades imobiliárias, que tinha 9,13% em 2017 e foi para 8,76% em 2018.

Em 2018, o maior componente do PIB, pela ótica da renda, foi o excedente operacional bruto e rendimento misto (44,8%), seguido da remuneração (40,9%) e dos impostos sobre a produção, que foi de 14,3%.

(Marcello Campos)

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