Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 12 de junho de 2024
Em agosto de 2023, aliados do ex-presidente foram alvos da operação da PF “Lucas 12:2″.
Foto: Tânia Rêgo/Agência BrasilO ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou nessa quarta-feira (12) que “desconhece” a existência de uma joia que a Polícia Federal (PF) encontrou em investigações nos Estados Unidos. Na terça (11), o delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, afirmou que foi identificada uma tentativa de venda de uma nova joia por emissários do ex-presidente. Bolsonaro, por sua vez, afirma que, se houve negociações para se desfazer do bem, isso não “chegou” até ele.
“Desconheço essa nova joia. Não sei nem o que é. Se teve algo nesse sentido (negociação), sequer chegou ao meu conhecimento. Sobre essa questão de presentes recebidos, havia muitas pessoas. Algumas informações me chegavam muito depois. E, por vezes, nem chegavam até mim”, disse Jair Bolsonaro em entrevista ao portal Metrópoles.
A informação sobre a nova joia é do diretor-geral da PF que promete uma conclusão da investigação até o fim deste mês.
“Nessa diligência no exterior, com o FBI, descobrimos que houve a negociação de uma outra joia que não estava no foco dessa investigação. Não sei se a joia já foi vendida, se está na casa de joias. Mas houve um encontro de um novo bem que tentaram vender no exterior”, disse o diretor-geral à imprensa na terça. “Isso robustece a investigação que tem sido feita.”
A PF está investigando se Jair Bolsonaro se apropriou indevidamente de joias milionárias dadas pela Arábia Saudita ao governo brasileiro. A descoberta da nova peça pode ser um agravante em uma eventual pena aplicada ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos emissários.
Em agosto de 2023, aliados do ex-presidente foram alvos da operação da PF “Lucas 12:2″. As diligências tiveram como alvos o general Mauro César Lourena Cid, pai do tenente-coronel Mauro Cid, o advogado Frederick Wassef, que representava membros da família Bolsonaro na Justiça, e o tenente Osmar Crivelatti que, assim como o tenente-coronel Mauro Cid, foi ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.
Ao fim das investigações, Bolsonaro pode ou não ser indiciado. Se for indiciado, a denúncia à Justiça precisa receber o aval do Ministério Público. E a autoridade de Justiça, por fim, deve acatar ou não uma eventual denúncia dos procuradores.
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O vigarista de estimação da extrema direita kkkkkkkk
Kkkkk idiota detectado.
Desde 2018 tentam achar algo contra o presidente Bolsonaro.
Se for para se safar da cdeia, esse vagabundo nega até que tem esposa , faz qualquer coisa para não se foder o Lule é outro vagabundo ms teve a coragem de homem de enfrenta 5 anos de cadeia e com suas marcutaias ainda voltou a ser presidente.
KKKK sem verhonha
Bah. Batedor de carteira. Que chinelage
Vão se preocupar em enviar recursos para a reconstrução do RS !!
As leis foram feitas para serem cumpridas. Se descumpriu, deve pagar. Mas tenho uma curiosidade: o Lula roubava, rouba, e vai continuar roubando. Pro carniça não vale a mesma regra?