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Economia Dólar interrompe sequência de quedas e fecha em alta, cotado a R$ 5,79; Bolsa brasileira sobe

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Na máxima do dia chegou a R$ 5,817.

Foto: Reprodução
Moeda norte-americana registrou uma queda de 0,75%, a R$ 5,4202. (Foto: Reprodução)

O dólar interrompeu uma sequência de 12 quedas e fechou a sessão dessa quarta-feira (5) em alta, a R$ 5,79. Investidores seguem atentos ao cenário geopolítico mundial, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerir assumir o controle da Faixa de Gaza.

Os temores com uma possível guerra comercial entre EUA e China também ajudaram a fortalecer a moeda norte-americana. Nesta quarta-feira, por exemplo, a Organização Mundial do Comércio (OMC) informou que o gigante asiático apresentou uma contestação sobre as novas medidas tarifárias aplicadas por Trump.

Essas incertezas geopolíticas costumam favorecer o dólar em relação a outras moedas. Isso porque a moeda é considerada a mais segura do mundo e acaba sendo o “refúgio” dos investidores durante períodos de maior cautela.

No Brasil, os investidores também repercutiram falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a inflação no país. Lula disse, nesta manhã, que vai se reunir com representares do setor de alimentos para procurar solução para o aumento dos preços.

Já na agenda de indicadores, o destaque por aqui ficou com a divulgação dos dados de produção industrial pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No exterior, o foco ficou com a criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos.

Mercados

O cenário de juros nos EUA continua a repercutir nos mercados. A preocupação recai sobre um possível aumento de preços no país em meio à imposição de tarifas por parte de Trump – e o quanto isso pressionaria o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) a manter as taxas de juros mais altas e por mais tempo.

Juros altos nos EUA elevam a rentabilidade dos títulos públicos do país, considerados os mais seguros do mundo, atraindo investidores, sobretudo em momentos de incertezas pelo mundo. Isso pode tirar a vantagem competitiva dos países que também atraem investimentos com juros altos, como o Brasil, valorizando o dólar em detrimento de outras moedas.

Na agenda de indicadores, o destaque por aqui ficou com a divulgação dos novos dados de produção industrial do país.

Segundo o IBGE, a indústria brasileira cresceu 3,1% em 2024, apesar da perda de força no fim do ano, com nova queda da produção (-0,3%) em dezembro. Os dados reforçam os sinais de desaceleração da economia, que vêm na esteira de uma maior taxa de juros, a desvalorização do real e a inflação ainda elevada.

Já no exterior, o déficit comercial dos EUA aumentou 24,7% em dezembro, para US$ 98,4 bilhões. Esse é o maior patamar atingido desde março de 2022. Já a criação de vagas de trabalho no setor privado do país subiu para 183 mil em janeiro, de 176 mil registradas em dezembro.

O setor de serviços norte-americano, por sua vez, apresentou uma desaceleração inesperada em janeiro, em meio ao arrefecimento da demanda, ajudando a conter o aumento dos preços.

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Marcos Alves
5 de fevereiro de 2025 21:33

Pois é…aí os jumentos do PT somem…

Vanderlei Stefani
5 de fevereiro de 2025 22:22

EFEITO LULA: Embraer recebeu da norte-americana Flexjet o maior pedido de jatos executivos da história da fabricante brasileira de aeronaves. O pedido é de US$ 7 bilhões e envolve a compra de cerca de 200 aviões. Ações da empresa saltaram 15%.

Vanderlei Stefani
6 de fevereiro de 2025 00:11

EFEITO LULA: Montadoras de veículos tem melhor janeiro em vendas desde 2020. Destaque para a BYD que teve maior avanço.

Fernando Krause
6 de fevereiro de 2025 00:41

“EFEITO lula”:
– Divida Pública Federal cresce 12% alcançado R$ 7,3 TRILHÕES em 2024
– Déficit público consolidado alcança valor próximo de R$ 50 BILHÕES em 2024
– Estatais apresentam rombo recorde de R$ 8 BI em 2024
– Taxa Selic chega a 13,25 % ao ano com viés de alta
– Quantidade de desocupados nos “bolsa-votos” é o maior da história: 37 milhões de beneficiários
Algo mais ????

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