Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2021

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Brasil Dólar fecha com pequena queda, vendido a R$ 5,31

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Bolsa caiu 1,44% em dia de ajustes.

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Bolsa tem pior desempenho semanal em quase três meses. (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar fechou com pequena queda, mas manteve-se acima de R$ 5,30. A bolsa de valores, que tinha registrado forte alta na terça-feira (12), voltou a cair num dia de ajustes de expectativas. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (13) vendido a R$ 5,31, com recuo de R$ 0,012 (-0,23%).

A divisa alternou momentos de alta e de baixa na sessão, mas fechou em queda. Na mínima do dia, por volta das 11h10, chegou a ser vendida a R$ 5,27. Na máxima da sessão, por volta das 11h45, a cotação encostou em R$ 5,35.

Assim como terça, a entrada de fluxos externos contribuiu para manter o dólar em baixa. Depois de iniciar o ano com forte alta, o dólar teve na terça-feira o maior recuo diário em dois anos e meio. A divisa caiu 3,32%, registrando a maior queda desde junho de 2018, logo após o fim da greve dos caminhoneiros.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, devolveu parte dos ganhos de terça e caiu 1,44%, fechando aos 122.214 pontos. Os investidores preferiram realizar lucros, vendendo papéis para embolsarem ganhos recentes às vésperas do vencimento de contratos de opções (tipo de investimento no mercado futuro).

Em todo o planeta, o mercado financeiro está sendo beneficiado pelas expectativas em torno de um novo pacote de estímulos para a economia dos Estados Unidos. A aprovação de novas injeções de dólares na economia global reduz as pressões sobre a moeda, beneficiando países emergentes, como o Brasil.

Perda de faturamento

A pandemia do coronavírus e a crise econômica dela decorrente levaram os empresários do comércio de bens e serviços da região central do Rio de Janeiro a registrarem perda média de faturamento acima de 50% no ano passado. É o que revela pesquisa divulgada nesta quarta pelo IFec RJ (Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises). Feita com 303 empresários, entre os dias 8 e 11 deste mês, a sondagem mostra que 80,3% dos entrevistados tiveram queda superior a 25% no faturamento de 2020 em comparação a 2019. Para 10,6%, a redução variou entre 16% e 25%, seguidos por 4,6% que apresentaram queda de 6% a 15%. Outros 4,6% afirmaram que houve diminuição do faturamento em até 5%.

ICMS

O aumento da alíquota do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para venda de veículos usados no Estado de São Paulo pode provocar fechamento de lojas e demissões, dizem as entidades que representam o setor, como a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

A partir de sexta-feira (15), as revendedoras deverão pagar alíquota de 5,5% sobre o valor de venda dos veículos usados. O valor atual é de 1,8%. Em abril, a alíquota deverá ser reajustada para 3,9%.

No caso de veículos novos, o imposto passa de 12% para 13,3%.

Segundo o governo de São Paulo, a medida é necessária para reequilibrar o orçamento devido às perdas de arrecadação com a pandemia do coronavírus.

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