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Mundo Eclipse total vai obscurecer o Sol em faixa da terra dos Estados Unidos na segunda-feira

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Eclipse será observado melhor na América do Norte. (Foto: Nasa)

Na próxima segunda-feira (21), os moradores de uma faixa de terra dos Estados Unidos poderão observar um fenômeno pouco frequente na Terra: um eclipse solar total. Ele ocorre quando a lua passa entre o sol e o nosso planeta, causando uma sombra e bloqueando os raios de luz. Serão 2 minutos e 40 segundos de completa escuridão.

No Brasil, o fenômeno poderá ser visto de forma parcial. Quanto mais ao norte estiver o observador, maior será a intensidade. No topo do país, a escuridão deve chegar a 50%.

Moradores de alguns estados das regiões Norte e Nordeste poderão acompanhar o fenômeno parcialmente, sendo Macapá, no Amapá, o melhor ponto de observação entre as capitais.

A faixa de totalidade cobre uma área de 280 quilômetros de largura. O incrível deste eclipse é que essa faixa de totalidade vai cruzar toda a parte continental dos EUA, da costa leste à costa oeste — explica Josina Nascimento, pesquisadora do Observatório Nacional. — O eclipse parcial pode ser visto numa faixa de 3 mil quilômetros para o norte e para o sul, que inclui as regiões Norte e Nordeste do Brasil.

De acordo com as previsões, os macapaenses poderão ver a Lua cobrindo 40,9% do Sol, com início do eclipse às 16h09min e pico às 17h09min. Moradores de Boa Vista, Belém, São Luís, Teresina, Fortaleza, Natal, João Pessoa e Recife poderão ver entre 30% e 40% do Sol coberto. Em Salvador, a cobertura será de 12,6%, e em Brasília, apenas 2%. Estados mais ao sul, incluindo o Rio de Janeiro, ficam fora da faixa do eclipse.

O último eclipse total visto do Brasil aconteceu em março de 2006, cobrindo uma pequena região do Nordeste, entre os estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. E a próxima vez que o fenômeno voltará a ser visto no país será em agosto de 2045. Em 2 de julho de 2019, um eclipse total vai cruzar o Chile e a Argentina, sendo visto parcialmente das regiões Sul e Sudeste, incluindo o Rio de Janeiro. O fenômeno se repetirá em 14 de dezembro de 2020.

Os historiadores acreditam o primeiro eclipse registrado está ligado ao que os dois astrólogos chineses Hsi e Ho observaram em 22 de outubro de 2134 a.C. Um eclipse total. Mas eles não conseguiram prever que aconteceria. Em 3 de maio de 1375 a. C., os babilônios conseguiram adiantar que a escuridão estava para ocorrer e observar mais “preparados” – os primeiros registros assustavam os habitantes, que achavam que era um indício do fim do mundo.

Para fotografar um eclipse solar é preciso comprar um filtro para evitar que os raios danifiquem a câmera. O ideal é esperar que o sol seja totalmente coberto pela lua, assim não é necessário proteger o equipamento. Vale lembrar que é importante não olhar diretamente para o sol – os raios também podem machucar os olhos e causar problemas à visão.

A Nasa disse que recebeu muitos relatos de animais agindo diferente durante os eventos, especialmente os pássaros. De acordo com a agência, os bichos são surpreendidos pela totalidade da escuridão e acabam reagindo, muitas vezes se escondendo.

O próximo eclipse solar total do gênero no Brasil deve acontecer em 30 de abril de 2041, daqui a 24 anos. Nos Estados Unidos o último do gênero foi em 1979.

A temperatura cai durante o fenômeno e pode ser igual à queda de temperatura notada entre o período da tarde e a noite nos dias normais. Como o tempo total deste eclipse do dia 21 de agosto é curto, a temperatura não deve cair muito. (AG)

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