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Mundo Epicentro do coronavírus nos Estados Unidos, Nova York já tem mais de 15 mil mortos pela doença

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Ao final de setembro de 2021, quase metade dos casos e dos óbitos registrados no mundo tinham acontecido em economias avançadas. (Foto: Gary Hershorn/Corbis via Getty Images)

O Estado de Nova York, nos Estados Unidos, superou a marca de 15 mil mortes causadas pelo novo coronavírus. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (22) pelo governador Andrew M. Cuomo. De terça-feira para esta quarta-feira, a covid-19 causou 474 óbitos nas cidades do Estado. Desta forma, a marca de vítimas chegou a 15.302.

Segundo o jornal The New York Times, é o terceiro dia consecutivo que o número de mortes causadas pelo coronavírus é inferior a 500. Além disso, de acordo com Cuomo, o número de pessoas hospitalizadas caiu pelo nono dia seguido.

O Estado é considerado o epicentro do Sars-Cov-2 nos Estados Unidos. Apenas na cidade de Nova York, a prefeitura informou nesta quarta contabilizar 138.435 casos confirmados, com 9.944 mortes e 5.052 prováveis mortes – ou seja, vítimas que tiveram covid-19 ou causa equivalente em atestados de óbito, mas sem diagnósticos.

Programa conjunto

Andrew Cuomo disse nesta quarta-feira que trabalhará com os Estados vizinhos de Connecticut e Nova Jersey em um programa conjunto para rastrear os contatos de pessoas expostas ao coronavírus para tentar impedir uma disseminação ainda maior.

O esforço ambicioso para investigar casos no Estado que é o epicentro da crise nos Estados Unidos será comandado por Michael Bloomberg, ex-prefeito da cidade de Nova York e ex-pré-candidato presidencial, disse Cuomo em entrevista diária.

Muitos moradores de Connecticut e Nova Jersey viajam para trabalhar em Nova York, o que aumenta seu risco de contágio. Bloomberg fará uma contribuição financeira de “mais de 10 milhões (de dólares)”, disse a assessora do governador Melissa DeRosa.

Como as hospitalizações ligadas ao coronavírus mostram tendência de baixa em Nova York, Cuomo voltou sua atenção nos últimos dias ao desafio dos exames e rastreamento em larga escala, dizendo que ambos são essenciais para os nova-iorquinos poderem voltar a trabalhar.

Cuomo disse que os três Estados estão trabalhando como parte de uma coalizão nacional mais ampla para coordenar a reativação de suas economias.

É melhor fazer este rastreamento em uma área de três Estados. Por quê? Porque é como nossa sociedade funciona, o vírus não para em fronteiras jurisdicionais”, explicou, pedindo um “exército” de milhares de pessoas para a iniciativa.

Cuomo disse que as hospitalizações de Covid-19, a doença respiratória causada pelo coronavírus, estavam abaixo de 16 mil na terça-feira, diminuindo pelo nono dia consecutivo. As informações são do portal de notícias UOL e da agência de notícias Reuters.

 

 

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