Segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 27 de julho de 2025
Trump chamou de “o maior acordo de todos os tempos”.
Foto: Divulgação/The White HouseO presidente Donald Trump anunciou neste domingo (27) que os Estados Unidos e a União Europeia chegaram a um acordo preliminar para um tratado comercial após conversas com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Turnberry, Escócia.
Trump chamou de “o maior acordo de todos os tempos”, enquanto von der Leyen disse que a União Europeia concordou com tarifas de 15% em todos os setores. Os detalhes do acordo ainda estão sendo confirmados.
Segundo Trump, a União Europeia concordou em comprar US$ 750 bilhões em energia dos Estados Unidos, investir mais US$ 600 bilhões no país além dos investimentos já existentes, abrir os mercados dos países do bloco para comércio com os EUA sem tarifas e adquirir “quantidades enormes” de equipamentos militares.
Segundo Trump, a tarifa-base de 15% inclui automóveis. Ele disse que alumínio e aço, que estão atualmente com tarifas de 50%, seguirão com o mesmo patamar.
“Penso que vai ser ótimo para as duas partes, penso que vários países estão muito satisfeitos com isso”, disse Trump, ao lado de Ursula von der Leyen. O encontro entre os dois durou cerca de uma hora.
“Nós conseguimos”, afirmou a presidente da Comissão Europeia. Ela afirmou que os dois lados querem reequilibrar seu relacionamento comercial e querem fazer isso de modo que o comércio siga entre os dois lados do Atlântico.
Na semana passada, a expectativa de fechamento de um acordo entre os EUA e o bloco já havia animado os mercados. Ainda assim, diante do caráter imprevisível de Trump nas negociações, representantes do bloco chegaram a elaborar o que seria a retaliação europeia, caso não houvesse entendimento, com tarifas previstas de 30%.
Com o fechamento do acordo com a UE, Trump repete a receita da negociação com o Japão: uma tarifa-base de 15%, acrescida da promessa de investimento ou compra de produtos de grande valor, o que fortalece o discurso de que os EUA “saíram ganhando” com a negociação.
“Acho que isso basicamente conclui o acordo,” disse Trump a repórteres em seu clube de golfe. “É o maior de todos os acordos.”
Von der Leyen afirmou que o acordo “trará estabilidade” e “previsibilidade”.
Enquanto isso, a menos de uma semana do prazo final de 1º de agosto, o Brasil segue sem conseguir colocar em marcha uma negociação com os EUA. Na semana passada, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, afirmou ter tido, sem dar detalhes, uma conversa com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick.
Sem sinais de avanço nas conversas até agora, o governo já preparou um plano de socorro a empresas brasileiras, que dará prioridade a companhias de pequeno porte e a setores que trabalham com produtos perecíveis, como frutas e pescados. A avaliação é que estes seriam os segmentos mais afetados caso, de fato, Trump cumpra a ameaça de taxar produtos brasileiros em 50% a partir de agosto.
Na entrevista depois do anúncio do acordo com a UE, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que uma decisão sobre semicondutores — que, assim como os medicamentos, estão sujeitos a uma investigação que pode levar a tarifas separadas — será tomada em cerca de “duas semanas”.
O anúncio encerra meses de uma diplomacia tensa e frequente entre Bruxelas e Washington. A UE havia se preparado para impor tarifas sobre cerca de € 100 bilhões (US$ 117 bilhões) em produtos americanos caso não houvesse acordo e Trump seguisse com sua ameaça.
Durante semanas, a UE demonstrou disposição para aceitar um pacto desequilibrado com uma tarifa recíproca reduzida, próxima de 15%, enquanto buscava isenções em tarifas setoriais críticas para a economia europeia. O presidente dos EUA também impôs tarifas de 25% sobre automóveis e o dobro disso sobre aço, alumínio e cobre.
Diversos exportadores da Ásia — incluindo Indonésia, Filipinas e Japão — negociaram tarifas recíprocas entre 15% e 20%, e a UE viu o acordo com o Japão, que estabeleceu uma tarifa de 15% sobre automóveis, como um modelo promissor a ser seguido. Washington continua as negociações também com Suíça, Coreia do Sul e Taiwan.
(Com informações do jornal O Globo)
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O Eduardo bolsonaro está nos states trabalhando para os STATES. Parabéns aos eleitores dos bolsonaro.
Teu presidente vai ser preso
E nós aqui com o Mula de negociador…. expelindo fezes pela boca…. estamos no caminho da derrocada…
Que INVEJA…..Queria ter um Presidente assim….
Aqui…. temos O maior Ladrão, corrupto, corruptor, quadrilheiro, mentiroso, enganador, apoiador de Terrorista…e vai…..
NÃO PASSA NEM WIFI NO RABO DO LADRÃO…EN-CU-RRALADO!!!!
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Quem.é o lider do Foro de São Paulo.?? QUEM?? QUEM?? QUEM??…See more
A INVEJA realmente é um pecado mortal. Acontece que queiram ou não? O nosso presidente LULA é o político mais popular do Brasil e do mundo. O presidente LULA é admirado pela maioria do povo Brasileiro e do povo de Outros Países. Eis, o motivo de tanta INVEJA de LULA? Quanto ao presidente DONALD TRUMP com essas ameaças de Tarifas de 50% é apenas Brefe, pois, se Donald Trump está consentindo 15% nas tarifas para UE, também vai consentir para o Brasil. Donald Trujmp sabe perfeitamente que o nosso País é muito i9mportante, para os Estados Unidos. A amizade diplomática… Leia mais »
Este líder mundial vai deixar a América transbordando de dinheiro, aqui é una alegria só. Japão 500 bi de dólares semana passada. AGORA fecha acordo com UE em 600 bi de dólares. Nessa aldeia o índio mor afundando o país cada vez mais.