Sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

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Armando Burd Fim da mordomia

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O vice-prefeito de Canela, Gilberto Cezar, pressiona pelo cumprimento da promessa de 30 anos: o Aeroporto das Hortênsias. (Foto: Divulgação)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Deputados não são imunes a cobranças diante do que a população toma conhecimento. Nos roteiros por suas bases eleitorais, ouvem o que não lhes agrada. Por isso, foi aprovado por unanimidade ontem, no plenário da Assembleia Legislativa, o projeto que extingue a ajuda de custo de 25 mil reais, paga duas vezes aos parlamentares, uma no começo e outra no final do mandato. Com o Estado tendo o caixa quebrado, não se justificava.

Mudança contestada

O deputado Sebastião Melo disparou ontem dois mísseis Exocet contra o governo do Estado ao denunciar o que contém portaria da Secretaria da Fazenda:

1º) em função da conveniência do serviço, a Receita Estadual poderá autorizar a execução das tarefas de forma remota, fora da dependência da unidade administrativa. O funcionário só comparecerá quando for convocado para reuniões, treinamentos e cursos.

2º) Exigirá que os salários de presidentes e diretores de empresas estatais passem pelo crivo da Assembleia para evitar distorções.

À distância

Melo está disposto a comprar a briga em torno da portaria da Fazenda, por entender que não haverá mais necessidade de os servidores comparecerem à Secretaria, ficando em casa. “Será o combate à sonegação por controle remoto”. O assunto entrará em debate na Assembleia Legislativa.

Passará

A Comissão de Serviços Públicos da Assembleia aprovará amanhã projeto que retira da Constituição a necessidade de plebiscito para privatização de estatais. O governo já tem votos suficientes para vencer com folga no plenário.
Não há mais temores

Com maioria garantida, o Executivo não precisa mais esperar para nomear integrantes de cargos que ainda não estão preenchidos. A tática era aguardar a posição de partidos sobre os quais tinha dúvidas. Isso desapareceu.

Reprise do filme

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, assumiu ontem o compromisso com os prefeitos que participam da 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios:  rediscutir o pacto federativo.

A mesma promessa se repete há muitos anos. Diante de um auditório lotado bate a entusiasmo e o anfitrião de plantão vende o que não poderá entregar.

Dom de iludir

Na passagem pela Câmara, deputados federais também contaram aos prefeitos a história de Alice no País das Maravilhas. Muitos acreditam, ficando encantados.

Desempenho elogiado

Após a rápida e exitosa temporada do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, nos Estados Unidos, sua agenda lotou mais ainda. São convites do Oiapoque ao Chuí e outros do exterior.

Baterá o martelo

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, estará às 13h30min de amanhã no Grupo Hospitalar Conceição. O médico e deputado federal licenciado por Mato Grosso do Sul anunciará o novo diretor técnico. A escolha, até agora, enfrenta impasse inesperado.

Merece a obra

O vice-prefeito de Canela, Gilberto Cezar, tenta levar o projeto de construção do Aeroporto das Hortênsias para cabeceira da pista. É uma promessa não concretizada de 30 anos. A região recebe em torno de 3 milhões de turistas do Centro do País e do Exterior.

No reino da preguiça

“O governo sinalizou que a partir de agora irá se empenhar em aprovar a reforma tributária, que há quase quatro anos vaga pelo Congresso Nacional. Terá pela frente um muro de resistências para mudar o que já foi discutido ao longo desses anos pelos parlamentares.”

A notícia é de 10 de abril de 1999. Passados 20 anos, nada andou.

Está sobrando dinheiro

A Prefeitura de Porto Alegre vai gastar 400 mil reais do orçamento para impedir que caia um prédio particular na esquina Riachuelo com Marechal Floriano. Muitos outros proprietários em situação idêntica, e com razão, vão pedir o benefício.

É difícil contentar a todos

A inconformidade de setores do PP com o governo do Estado aumentou. Sentem-se desconfortáveis como cotovelo de motorista de caminhão, que fica do lado de fora.

 

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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