Terça-feira, 04 de agosto de 2026
Por Marcelo Warth | 30 de maio de 2023
Luiz Fernando Corrêa foi diretor-geral da Polícia Federal entre 2007 e 2011
Foto: Roque de Sá/Agência SenadoO presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou o gaúcho Luiz Fernando Corrêa como novo diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). O decreto com a nomeação foi publicado na edição desta terça-feira (30) do Diário Oficial da União.
Em 17 de maio, após sabatina, o Senado aprovou com 43 votos favoráveis, cinco contrários e duas abstenções, a indicação do delegado da PF (Polícia Federal) aposentado para o cargo, que estava vago há mais de um ano. O último a ocupar a função foi Alexandre Ramagem, que deixou o posto em março do ano passado e atualmente é deputado federal pelo PL do Rio de Janeiro.
Natural de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, Corrêa tem 64 anos. Ele foi diretor-geral da PF entre 2007 e 2011. O gaúcho ingressou na corporação como agente em 1980. Na PF, Corrêa exerceu principalmente atividades relacionadas ao combate ao tráfico de drogas e liderou a equipe que desenvolveu o Sistema Guardião.
De 2003 a 2007, ocupou o cargo de secretário nacional de Segurança Pública no Ministério da Justiça e foi responsável pela criação da Força Nacional de Segurança Pública, em 2004.
Bacharel em Direito pela Universidade do Rio Grande em 1986, Corrêa concluiu em 2005 uma pós-graduação em Gestão em Política de Segurança Pública pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).
A Abin
Criada em 1999, a Abin é o principal órgão de inteligência do governo brasileiro. Cabe à agência analisar situações e ameaças relacionadas à proteção das fronteiras nacionais, ao terrorismo, à proliferação de armas de destruição de massa, à segurança das comunicações e à defesa do meio ambiente.

A Abin é o principal órgão de inteligência do governo brasileiro. (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)
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Para que ABIN se o Brasil está entregue ao narcotráfico e sendo governado por bandidos corruptos.
??????
ABIN, Agencia brasileira de incompetentes… ops, competentes em roubar o dinheiro público, Mensalão, Petrolão etc …. mas alguém vai falar de jóias do Bolsonaro, que foram presentes da Arábia Saudita e não deveriam ir prá o Acervo Nacional pois colar, caneta e relógio são presentes pessoais, está no regramento dos presentes que um presidente pode manter com ele após deixar a presidencia.