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Política Índia concordou em ampliar cobertura do acordo com Mercosul, diz Lula

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País ocupa posição estratégica no plano do governo federal para diversificar os destinos de exportação.

Foto: Ricardo Stuckert/PR
País ocupa posição estratégica no plano do governo federal para diversificar os destinos de exportação. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

A Índia concordou em ampliar a cobertura – hoje bem limitada – do acordo de comércio preferencial com o Mercosul, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (7) após ligação com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

“Recordamos, ainda, a meta de aumentar o comércio bilateral para mais de US$ 20 bilhões até 2030. Para isso, concordamos em ampliar a cobertura do acordo entre Mercosul e Índia”, escreveu Lula em nota, após a conversa.

O movimento acontece após o Brasil e a Índia, parceiros históricos dos Estados Unidos, tornarem-se alvos de Donald Trump nos últimos meses.

O tarifaço de Trump, que impôs sobretaxas que, somadas, chegam a até 100% sobre produtos dos dois países, reforçou o interesse mútuo em ampliar as relações comerciais.

A Índia ocupa posição estratégica no plano do governo federal para diversificar os destinos de exportação.

O governo brasileiro avalia que a Índia, o país mais populoso do mundo e que passou por um processo de industrialização nas últimas duas décadas, ainda é pouco explorada pelos exportadores nacionais.

Além disso, a pauta exportadora do Brasil para Nova Délhi é pouco diversificada: óleos vegetais, açúcares e petróleo bruto representam mais de 60% do total enviado.

O governo vê margem para ampliar as vendas de produtos como óleos vegetais, algodão, feijões e pulses, etanol, genética bovina e frutas. Correndo por fora, estão carne de aves, pescado, café e suco de laranja.

O principal entrave, no entanto, são as elevadas tarifas aplicadas pela Índia. O país não incluiu quase nenhum produto do agronegócio no acordo de comércio preferencial que mantém com o Mercosul.

Hoje, apenas 14% das exportações brasileiras para a Índia estão cobertas pelo acordo. O tratado, de alcance limitado, abrange 450 categorias de produtos, num universo de cerca de 10 mil, e prevê reduções tarifárias modestas, entre 10% e 20%.

A meta do governo brasileiro é negociar a inclusão de novos produtos, especialmente do agronegócio, negociar reduções tarifárias e buscar a retirada de barreiras comerciais.

 

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Carlos Carlão
7 de agosto de 2025 21:09

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Vanderlei Ochoa
7 de agosto de 2025 18:37

Obrigado ESTADISTA LULA.

Fernando Krause
7 de agosto de 2025 19:16

O velhote que usa saia é outro nacionalista… Não vai dar em nada.

Artur Artur
7 de agosto de 2025 19:29

Que mercosul ele esta falando…Aquele que nunca existiu…

Estou na Argentina e fiquei 1 hora na entrada , para mostrar passaporte….

ESTE LARAPIO, ENGANADOR, FALANDO , AINDA , EM NOME DO MERCOSUL??

Anderson Cardoso da Silva
7 de agosto de 2025 20:38

Se eu tenho um contrato de venda depois o contrato é suspenso , aí vou oferecer para outra pessoa e contar , tô ferrado ..
Quanto está pessoa vai oferecer para comprar , 50 % menos , tu está ferrado..está vai ser a proposta dos companheiro do Nove..
Muito amigo..

Vanderlei Stefani
8 de agosto de 2025 01:03

Lula IV já é uma certeza

Vanderlei Stefani
8 de agosto de 2025 13:09

COM LULA, O BRASIL DECOLA! Embraer abre escritório na Índia e disputa contrato de até R$ 65 bilhões para vender 80 KC-390. Estratégia envolve fábrica local e parceria com indústria indiana.

Vanderlei Stefani
8 de agosto de 2025 16:27

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