Segunda-feira, 26 de Outubro de 2020

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Colunistas Investigação de fraudes na Saúde chega perto de Doria e Bruno Covas

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Investigações da Polícia Federal se aproximam de Covas e Doria em São Paulo. (Foto: Divulgação/Governo de SP)

A cada dia, crescem os casos de suspeitas em desvios dos milionários recursos que o Governo Federal destinou para que governadores e prefeitos adotassem medidas de combate ao coronavírus. As investigações que apuram desvios de recursos destinados à saúde começam agora, a chegar perto do governador João Doria e do prefeito da capital paulista, Bruno Covas. Ontem, mandados de busca e apreensão cumpridos no Legislativo paulista e na secretaria estadual da Saúde chamaram a atenção. Ao todo, no Estado, são 237 mandados de busca e 64 mandados de prisão temporária. O inquérito investiga suspeitos de pagar propina a agentes públicos para conseguir os contratos que, em geral, são superfaturados.

Os crimes investigados são fraude em licitações, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Em agosto, o Secretário de Transportes de São Paulo, Alexandre Baldy, foi preso pela Lava-Jato do Rio.

Desembargador Kassio Nunes para a vaga no STF

O presidente Jair Bolsonaro bateu o martelo e surpreendeu ao indicar o desembargador Kassio Nunes, do Tribunal Regional Federal da 1ª. Região para a vaga no STF como substituto do ministro Celso de Mello.

Nunes era candidato a uma vaga no STJ (Superior Tribunal de Justiça), que será aberta com a saída do ministro Napoleão Nunes Maia Filho, que se aposenta em dezembro.

Celso de Mello, em licença médica no STF, volta para desautorizar seu colega

Numa atitude que torna público o total desequilíbrio e o pouco apreço à compostura, o mais velho ministro do STF, Celso de Mello, retornou da licença médica. Depois de anunciar sua aposentadoria, no próximo dia 13, ele voltou apenas para despachar num caso que ele agora coloca como questão pessoal: o inquérito que apura se o presidente Jair Bolsonaro interferiu na nomeação do diretor da Polícia Federal. O decano decidiu desautorizar seu colega Marco Aurélio de Mello e retirar do plenário virtual do Supremo Tribunal Federal o recurso que discute se o presidente Jair Bolsonaro pode ou não prestar depoimento por escrito no inquérito que apura suposta tentativa de interferência política na Polícia Federal.

Secretário preso tinha notas fiscais de roupas da primeira dama do Pará

As investigações da Polícia Federal têm encontrado por todo o País detalhes escabrosos, que mostram a ousadia com que se avança nos recursos públicos. No Pará, onde as investigações apuram desvios em 12 contratos na área da saúde, no valor de R$ 1,2 bilhão, a Polícia Federal descobriu uma curiosidade.
Na casa do ex-chefe da Casa Civil Parsifal de Jesus a Operação SOS, da PF, encontrou notas fiscais no valor de R$ 9,2 mil em roupas adquiridas para a primeira-dama, Daniela Barbalho, esposa do governador Helder Barbalho. O secretário da Saúde, o gaúcho Alberto Beltrame, pediu para deixar o cargo.

Em Porto Alegre, processo volta a andar, e Marchezan pode ser cassado no final de outubro

Em Porto Alegre, o desembargador Alexandre Mussoi Moreira, do Tribunal de Justiça, suspendeu a sentença do juiz Cristiano Vilhalba Flores e revalidou a sessão em que a Câmara de Vereadores de Porto Alegre aprovou o andamento do processo de impeachment do prefeito tucano Nelson Marchezan Júnior. A intenção dos vereadores é seguir o rito e concluir o processo até o final de outubro. A tendência dominante entre os vereadores aponta para a cassação do prefeito, que é candidato à reeleição.

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