Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 14 de setembro de 2021
Juíza citou contratempos no cronograma original; julgamento havia sido marcado para 8 de novembro
Foto: Reprodução/FacebookA Justiça adiou para 21 de março do ano que vem o júri popular de Alexandra Dougokenski, acusada de matar o filho Rafael Winques, em Planalto, no Norte gaúcho.
Na decisão, a juíza Marilene Campagna explica que a mudança se deve a contratempos no cronograma original do julgamento, que havia sido marcado para 8 de novembro. Ela menciona o ataque cibernético aos sistemas do Tribunal de Justiça, no primeiro semestre, e o atraso nos trâmites de uma licitação para contratar uma empresa de apoio à realização do júri.
No mesmo documento, a juíza manteve a prisão de Alexandra. Além do homicídio qualificado (motivo torpe, motivo fútil, meio cruel, dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima), a acusada vai responder pelos crimes conexos de ocultação de cadáver, falsidade ideológica e fraude processual.
Rafael Winques desapareceu em 15 de maio do ano passado, em Planalto. O menino teve o corpo encontrado, 10 dias depois, em uma caixa de papelão colocada no terreno da casa vizinha onde vivia com a mãe. A perícia indicou, como causa da morte, asfixia mecânica provocada por estrangulamento.
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dura lex , sed lex e sem latex, se tivessemos um código penal atalizado, mas como ele é do século pdo. , quando se amarrava cachorro com linguiça, e remedado em2002, essa filicida miseravel pegaria uma perpétua , ou ficaria curtindo um corredor da morte anos a fio para pensar em seu ignóbil ato.
Vergonha da justiça , pra livrar um 51 e muito ligeiro….o Brasil nao tem vegonha na 🚹