Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 23 de março de 2023
Nova sentença é dois anos menor que a original, definida em 2019 e anulada pelo Tribunal de Justiça em 2021
Foto: TJRS/DivulgaçãoLeandro Boldrini, pai de Bernardo Uglione Boldrini, foi condenado a 31 anos e oito meses de prisão, nesta quinta-feira (23), pela morte do filho de 11 anos, assassinado em 2014 em Três Passos, no Noroeste do Rio Grande do Sul.
O garoto Bernardo foi morto em abril de 2014, após receber uma superdosagem de sedativo. Além de Leandro Boldrini, foram condenados pelo crime a madrasta do menino, uma amiga dela e o irmão da amiga. Todos foram condenados por homicídio em 2019. No entanto, a sentença de Leandro, de 33 anos e 8 meses, considerado mentor do assassinato pelo Ministério Público, foi anulada pelo Tribunal de Justiça em 2021.
Tanto na quarta quanto na terça, Leandro não acompanhou o julgamento por questões de saúde. A manifestação do acusado estava prevista para ocorrer nesta quinta-feira (23). No entanto, segundo a juíza Sucilene Engler Werle, o interrogatório foi cancelado por razões médicas, que não foram informadas.
No último dia do júri, o réu chegou ao fórum agitado, conduzido por policiais, dizendo “para, para” ao passar pela área onde estava a imprensa.
Primeiros dias
Na terça e na quarta-feira (22), o réu já não havia comparecido à sala de audiências em razão de problemas de saúde. Desde segunda, testemunhas de acusação e defesa prestam depoimentos aos jurados. Ao todo, foram dez pessoas ouvidas no plenário.
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Não existe sentença para um verme desses, vai recorrer e advogados cretinos vão coloca-lo na rua em poucos meses, e poderá se tornar o circo que foi o julgamento da Kiss, o Brasil está atrassado em provar a pena capital ou perpétua.
Se fala em reforma tributária , reforma trabalhista e reforma do código penal que é necessária e que já está ultrapassada .
Porque não só ele mas sim os outros três criminosos mereciam perpétua , mas ele merecia pena de morte no caso dele foi quase que homicídio dulpo primeiro com a criança e o segundo com a avó por conta da dor da perca da filha e o neto
Desperdício do dinheiro dos pagadores impostos realizando outro julgamento a esse energúmeno! E ainda vai ficar alguns poucos anos sob custódia dos pagadores de impostos, que lhe garantirão alimentação, hospedagem e segurança. As leis deveriam ser pragmáticas. No caso desse energúmeno deveriam cassar-lhe o diploma de médico e torná-lo estéril, para não gerar prole, já que não garantiu proteção e cuidado ao próprio filho.