Domingo, 31 de Maio de 2020

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Flávio Pereira Lula diz que monstro coronavírus é o maior aliado da esquerda

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Mais uma declaração polêmica de Lula. (Foto/Reprodução redes sociais)

O ato falho do ex-presidente condenado em três instâncias Luis Inácio da Silva, durante uma entrevista à revista Carta Capital, acabou confirmando o que já vinha sendo percebido nas entrelinhas: o coronavírus tornou-se, pela sua capacidade de perturbação da saúde pública e da economia, o grande aliado das esquerdas, e dos demais adversários do presidente Jair Bolsonaro, na busca de um espaço de tomada do poder.

Imaginem se a fala fosse de Jair Bolsonaro

Lula disse algo que, caso tivesse sido afirmado por Jair Bolsonaro, certamente já teria motivado manifestações do papa Francisco, da ONU, da OMS, de entidades de juízes que se autointitulam democráticos e tudo o mais alinhado ou aparelhado com o socialismo internacional. Para o principal líder da esquerda brasileira, “ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus. Porque esse monstro está permitindo que os cegos enxerguem, que os cegos comecem a enxergar, que apenas o Estado é capaz de dar solução a determinadas crises”.

Lula é contumaz nisso

Não é a primeira e nem será a última que o ex-presidente todo-poderoso até hoje temido pelos “cumpanheirus” comete tais absurdos ante o silêncio obsequioso também da imprensa. No ano de 2006, por exemplo, Lula aparece em Pelotas num vídeo ajeitando o paletó de um correligionário, perguntando: “Pelotas é a cidade polo, né? Exportadora de viados, né?”. Outra ocasião, quando teve os telefones grampeados pelo juiz Sérgio Moro, foi flagrado perguntando a um interlocutor: “Cadê as mulheres do grelo duro do nosso partido?”. Em 2018, afirmou em Santa Maria que os produtores rurais têm dois prazeres: “quando recebem o dinheiro e quando dão calote”. Ninguém na chamada grande imprensa ousou questionar estas afirmativas, tal como se faz hoje com cada sílaba pronunciada por Jair Bolsonaro.

Preciosismo dos censores: bar ou restaurante?

Uma divergência opõe a prefeitura e Porto Alegre e o governo do Rio Grande do Sul na disposição de abrir ou fechar bares na capital gaúcha. A decisão da prefeitura de Porto Alegre de que bares podem funcionar encontra divergências no governo do Estado. A prefeitura entende que restaurantes e bares são estabelecimentos similares. O governo do Estado entende que restaurante está ligado à alimentação, enquanto bares, à cultura. A questão poderá ser resolvida se os burocratas do governo deixarem seus gabinetes e visitarem um bar, in loco, e pedirem um ala minuta.

 

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