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Tecnologia Microsoft apresenta nova geração do Windows

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Cara nova. Windows 11 trouxe atualização no botão Iniciar. (Foto: Divulgação)

Depois de seis anos, a Microsoft apresentou nesta semana uma nova versão do Windows. Apesar de não flertar com mudanças radicais, o Windows 11 mostrou que as janelas da empresa estão mais abertas do que nunca – antes considerada uma plataforma fechada, o Windows agora conversa com empresas tidas como rivais, convida desenvolvedores de apps e, mais uma vez, não cobrará de boa parte dos usuários pela atualização.

Um dos principais focos da reforma aconteceu na loja de apps, batizada de Microsoft Store. Por lá, chamou a atenção o fato de que apps do Android, sistema do Google, funcionarão dentro do Windows. Ainda mais chamativo é que isso só será possível por meio de uma parceria entre Microsoft e Amazon. A loja de apps para Android da Amazon terá um lugar dentro da Microsoft Store.

A situação contrasta fortemente com o controle exercido pela Apple em sua loja de apps: por lá, a empresa criada por Steve Jobs detém controle absoluto sobre aquilo que é oferecido e cobrado na App Store. Atualmente, esse é um dos pontos de conflito entre a empresa e desenvolvedores – é também o que colocou a Apple no centro de uma disputa judicial com o estúdio Epic Games, dono do jogo de sucesso Fortnite.

A Microsoft afirmou também que não vai morder parte dos lucros dos criadores de aplicativos, que poderão ficar com 100% da receita gerada por fora dos sistemas de pagamentos da loja de apps. A Apple, ao contrário, retém de 15% a 30% do faturamento dos desenvolvedores na App Store, o que desagrada boa parte da comunidade.

“Hoje, o mundo precisa de uma plataforma aberta e nós queremos ser a plataforma da próxima internet. Estamos construindo esse sistema para a próxima década e além”, afirmou Satya Nadella, presidente executivo da empresa, no encerramento do evento.

Gratuito

A nova postura pode estar ligada também a mudanças no principal pilar de negócios da Microsoft. “O Windows é cada vez menos relevante. A Microsoft adotou uma estratégia de diferenciação de produtos e passou a ter uma importância no mundo corporativo muito maior do que ela tinha há alguns anos”, explica Fernando Teixeira, diretor de tecnologia da consultoria Accenture.

De fato, a Microsoft ganhou 19% em valor de mercado neste ano, impulsionada por seus produtos de computação em nuvem e software empresarial – os serviços viram um “boom” com o trabalho remoto. Assim, a companhia entrou na última terça para o seleto grupo de empresas avaliadas em mais de US$ 2 trilhões – apenas a Apple já tinha chegado lá.

O papel do Windows nessa trajetória foi de coadjuvante – tanto que as ações da empresa não se movimentaram depois do evento de lançamento. Dessa forma, mudou também o valor do novo sistema para o consumidor. O Windows 11 chegará gratuitamente para todos que já têm equipamentos com o Windows 10 – as exigências são baixas: CPU de 64-bit, 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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