Quarta-feira, 17 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 6 de julho de 2023
Nísia Trindade disse que é preciso reduzir vulnerabilidades do País
Foto: Walterson Rosa/MSA ministra da Saúde, Nísia Trindade, defendeu nesta quinta-feira (06) a retomada do complexo econômico-industrial da saúde para reduzir o que chamou de vulnerabilidade do País frente a grandes desafios que se colocam. “Vimos, na pandemia de Covid-19, o peso que tem essa questão, a vulnerabilidade da vida, não só uma vulnerabilidade econômica.”
Em declaração durante a reunião de relançamento do CNDI (Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial), no Palácio do Planalto, Nísia defendeu também a convergência da política pública na área da saúde e da política industrial, visando ao acesso universal com qualidade, do SUS (Sistema Único de Saúde).
“A vulnerabilidade do nosso País na área da saúde, pensando o conjunto, medicamentos, vacinas e equipamentos médicos, no ano de 2022, foi de US$ 23 bilhões. Se trata de uma grande dependência. É a segunda maior dependência do ponto de vista setorial do Brasil”, disse, ao citar que o País é dependente de 90% dos chamados insumos farmacêuticos ativos.
Durante a reunião, a ministra destacou ainda a importância da elaboração de um programa de preparação para emergências sanitárias, incluindo a capacidade de produção local de insumos em saúde. “Basta lembrar que nós não tínhamos disponíveis máscaras adequadas, respiradores, naquele momento fatal, em que perdemos mais de 700 mil vidas.”
“Essa retomada da política industrial e do complexo econômico-industrial da saúde é uma oportunidade estratégica para o Brasil, tanto para garantir a saúde como um vetor de desenvolvimento, como também pensando no papel internacional do nosso País. Isso tem sido tema constante”, disse, ao citar a participação brasileira em blocos como G20, Mercosul e Brics.
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Quem é essa mulher? nunca vi falar de algo que fez!
Ela deveria perguntar ao Carlos gabas como comprar respirador e a propósito qdo o governo vai colocar vacina contra a dengue para o povo gratuitamente através do SUS.
Ela não está errada. O problema eh competir com chineses e indianos. Pois se não, o efeito colateral será o aumento do preço dos remédios. E daí, de novo quem mais sofre são os mais pobres.