Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 27 de abril de 2023
Tebet deu a declaração durante uma sessão de debate no Senado sobre juros, inflação e crescimento econômico
Foto: Reprodução/TV SenadoA ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, declarou nesta quinta-feira (27) que não vê contradição entre a posição do governo federal, que vem defendendo uma queda da taxa de juros para estimular o crescimento econômico, e a postura do BC (Banco Central) de manter a Selic mais alta para evitar a inflação.
Segundo Tebet, o governo não discorda que o BC tome decisões técnicas, mas avalia que a instituição precisa também ter foco nas políticas públicas e no impacto social das medidas.
“Não há contradição em dizer: o Banco Central é autônomo, e é bom que o seja. E, portanto, o governo não interfere nas decisões técnicas do Banco Central. Mas o Banco Central não pode considerar que suas decisões são apenas técnicas. Também interferem na política, especialmente os seus comunicados e suas atas”, declarou.
Tebet deu a declaração durante uma sessão de debate no Senado sobre juros, inflação e crescimento econômico, da qual também participaram o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
A ministra afirmou que o Brasil tem crescido “muito pouco” nas últimas três décadas. Em média, menos de 1% ao ano, segundo ela. “O governo federal sabe onde quer chegar e o que precisa ser feito. Precisamos ter crescimento com produtividade, e é por isso que o nosso ministério, capitaneado pelo ministro Haddad, ajudou na elaboração do arcabouço fiscal”, disse.
“Sabemos, intramuros, que temos que fazer o dever de casa, que não podemos gastar mais do que arrecadamos e que temos que zerar o déficit público nos próximos anos. Nossa meta é zerar em 2024”, prosseguiu Tebet.
A ministra também citou a reforma tributária, em tramitação no Congresso, como o instrumento que vai “garantir o crescimento sustentável e duradouro do Brasil”.
Falando em seguida, o presidente do Banco Central manifestou concordância com a fala de Tebet. “A nossa tarefa é trazer a inflação para a meta com o mínimo de custo para a sociedade possível. A gente viu, recentemente, o PIB voltou ao patamar acima da pandemia. Obviamente, a gente quer crescer muito mais. É importante crescer, concordo com o que a ministra Simone Tebet disse”, declarou.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
claro q n é técnica, o b.c tem decisão política e ideológica e todo mundo q pensa sabe a favor de quem o campos neto trabalha arduamente: bancos, sistema financeiro e aqueles q tem títulos da dívida. Esses n acreditam em sociedade, sequer acreditam fazer parte de alguma coisa.
O presidente do Banco Central deu uma aula de economia.
Simplificando o porque dos juros altos é simplesmente porque esse governo gasta mais que arrecada. Somente isto.
Diminuam suas gastanças que os juros baixam.
Dói ter que mexer nas vantagens, cargos e vantagens.
essa sim é vendida e dissimulada
Normal, segue a cartilha de um governo de esquerda, que é o de ser o mais “paternalista” possível…
Tá na vibe do “chefe” criminoso condenado e ex presidiário, que se aliou para ganhar um ministério.