Quarta-feira, 08 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 17 de agosto de 2021
Braga Netto (D) participou de audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara
Foto: Cleia Viana/Câmara dos DeputadosO ministro da Defesa, Braga Netto, disse nesta terça-feira (17) que as Forças Armadas “têm sido agredidas com insinuações generalizadas” e que isso vem acarretando um “desnecessário desgaste institucional”.
A afirmação foi feita durante audiência pública na Câmara dos Deputados, onde Braga Netto prestou esclarecimentos sobre uma nota oficial assinada por ele e pelos comandantes militares.
Publicado no dia 7 de julho, o texto foi um repúdio a declarações do senador Omar Aziz (PSD-AM) sobre a conduta de alguns militares supostamente envolvidos em casos de corrupção no governo federal. De acordo com Braga Netto, a nota foi uma “resposta a um pronunciamento pontual considerado desrespeitoso e injusto”.
“Essa resposta foi emitida de forma direta, clara, necessária e legítima, em referência às palavras ofensivas à história das FAs [Forças Armadas], à memória dos heróis do passado e à honra dos militares de hoje atingidos pela generalização. Esse foi o motivo”, disse o ministro durante audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle.
De acordo com Braga Netto, a emissão de resposta não foi uma “decisão precipitada”, como insinuado por parlamentares. “Ao contrário: houve consulta às Forças. Levou-se em conta o cenário atual, as consequências danosas advindas da injustiça cometida e o prejulgamento, onde a parte se confunde com o todo, onde as suposições são transformadas em verdade, e onde instituições seculares são citadas de maneira injusta, sendo imaculadas em sua reputação junto à sociedade brasileira”, acrescentou.
Braga Netto criticou o que considera “prejulgamentos com relação à “participação de militares em supostas falcatruas, de forma generalizada e apenas com base em suspeitas e ilações, sem a necessária comprovação material e sem a observância do devido processo legal”.
“Possíveis desvios de condutas individuais ou coletivos são punidos pelos regulamentos militares, pelo código militar e, quando pertinente, pela legislação comum. Assegurar a ampla defesa e não considerar ninguém culpado até o trânsito em julgado faz parte dos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal”, completou o ministro.
Após a divulgação da nota, Omar Aziz se defendeu, afirmando que não fez uma generalização às Forças Armadas, tendo, na verdade, referido-se a uma minoria.
Braga Netto também garantiu que o presidente da República não usa politicamente as Forças Armadas. “Não existe política partidária dentro dos quartéis. Alguns dos senhores confundem política com a defesa dos interesses da Força. Os comandantes conversam com parlamentares e ministros para isso”, afirmou.
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É assim que os Terroristas(Lulaladrão , PT e cumpanheiros) agem…. Ficam minando o tempo todo a imagem de quem querem destruir para LEGITIMAR uma ação….!!
Chega ser infantil……NÂO pode continuar dando certo….!
Resposta dura e necessária: o ministro “enquadrou” quem deveria ser enquadrado!
Bela resposta ministro, mas é preciso agir, e não só falar, ou as nossa Forças Armadas estão com medo da China!!
Na verdade para os esquerdopatas do Congresso Nacional, tanto da Câmara dos Deputados quanto a do Senado não há limites, eles não reconhecem nenhum limite.
E ai seu Aziz, direto e reto! Sem rodeios, pediu levou!
Esse Aziz só com ta fazendo isso porque ainda é um parlamentar quero ver ele falar besteira depois que não for mais um político. Tá se achando o rei do campinho.
Após as palavras, esperamos ações… esta matilha deve ser expulsa de Brasilia e de alguns estados