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Política Ministro da Reconstrução do Rio Grande do Sul afirma que a prioridade é drenar a água empoçada no Estado

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Gaúchos poderão usar bombas da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo e também as utilizadas na transposição do São Francisco

Foto: Maurício Tonetto/Secom-RS
. (Foto: Maurício Tonetto/Secom-RS)

O ministro extraordinário da Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, afirmou que, no momento, a prioridade é drenar a água empoçada em Porto Alegre e nos municípios da Região Metropolitana.

Segundo ele, o governo federal estuda, junto a prefeitos e ao governo gaúcho, uma forma de escoar a água. O ministro afirmou que os gaúchos poderão usar bombas da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo e também as utilizadas na transposição do rio São Francisco.

O transporte dos equipamentos ao RS seria feito com o auxílio das Forças Armadas. “Se nós não tivermos um sistema capaz de jogar essa água para fora, ela vai demorar meses”, disse o ministro em entrevista na quinta-feira (16).

Pimenta destacou que a Região Metropolitana de Porto Alegre fica quase no nível do mar e é permeada por muitos rios, por isso, a área é protegida por sistema de diques para impedir a entrada de água nas cheias.

“Infelizmente, nessa grande enchente, vários desses diques vazaram. Com isso, as cidades estão embaixo d’água. Mesmo que o rio baixe, a água não vai embora. São milhares de residências. Isso não nos permite sequer saber quantas casas foram atingidas, quantas casas ainda poderão ser recuperadas” explicou Pimenta.

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