Domingo, 19 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 18 de julho de 2026
Ministro do Supremo proibiu o ex-presidente (foto) de receber pessoas pelo intervalo de 30 dias
Foto: ReproduçãoO ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido que a defesa de Jair Bolsonaro (PL) fez para que o cliente fosse autorizado a receber o presidente da Argentina, Javier Milei. O motivo foi o ex-presidente ser alvo de novas restrições e ter visitas proibidas pelo período de 30 dias.
A solicitação era para o encontro ocorrer em 25 de julho. Moraes determinou que somente médicos, fisioterapeutas e advogados possam entrar na casa onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.
A decisão foi tomada após o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ler uma carta escrita pelo pai que continha conteúdo político e eleitoral. A defesa de Bolsonaro alegou que o cliente desconhecia que a carta seria divulgaria publicamente nas redes sociais, argumento integralmente rejeitado por Moraes.
Milei estará no Brasil para a convenção nacional do PL e vai apoiar o lançamento da candidatura de Flávio ao Planalto. Ambos são do mesmo espectro político e fazem oposição ao campo político representado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A viagem do argentino está sendo planejada desde a semana passada.
A delegação prevista para acompanhar Milei será formada pelo ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno; pela secretária-geral da Presidência e irmã de Milei, Karina Milei; e pelo intérprete Enrique Luis de Boero Baby.
A decisão de não autorizar que Bolsonaro receba visitas impede que o ex-presidente atue de forma política e eleitoral. Principal nome da direita no país, ele não poderá se encontrar com demais lideranças, incluindo o filho, que vai disputar o Planalto.
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A taxa de pobreza na Argentina caiu para 28,2% da população no início de 2026, o menor índice registrado nos últimos sete anos. O recuo reflete uma tendência de queda acentuada em relação ao pico de 52,9% atingido em 2024, impulsionada pela desaceleração da inflação e pelo ajuste fiscal.
Só se fosse canhoto. Para os amigos, tudo. Para os inimigos o rigor das leis que inventei.
E não vivemos em.uma ditadura? Para a esquerda é claro que não.
Se estivéssemos numa ditadura, tu já estaria numa coca rasa
Não vai ter encontro do Debi & Loyde