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Política Ministro do Supremo suspende a tramitação do inquérito que avalia se Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal

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A decisão foi tomada por Marco Aurélio Mello

Foto: Carlos Moura/STF
A decisão foi tomada por Marco Aurélio Mello. (Foto: Carlos Moura/STF)

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello suspendeu, nesta quinta-feira (17), a tramitação do inquérito que avalia se o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na PF (Polícia Federal).

Marco Aurélio decidiu também enviar ao plenário do Supremo a análise sobre a possibilidade de que Bolsonaro escolha o melhor dia e horário para prestar depoimento no inquérito – ou envie manifestação por escrito, se preferir.

Até que esse julgamento ocorra, o inquérito ficará paralisado. A data para a análise em plenário será definida pelo presidente do STF, Luiz Fux. Segundo Marco Aurélio, a PF já havia intimado o governo para que Bolsonaro prestasse depoimento na próxima semana.

“Considerada a notícia da intimação para colheita do depoimento entre 21 e 23 de setembro próximos, cumpre, por cautela, suspender a sequência do procedimento, de forma a preservar o objeto do agravo interno e viabilizar manifestação do Ministério Público Federal”, escreveu Marco Aurélio.

A decisão foi tomada em um recurso da AGU (Advocacia-Geral da União) contra a determinação de depoimento presencial. O órgão defende que Bolsonaro tem direito de escolher hora e local para o depoimento ou, se preferir, apresentar manifestação por escrito.

No começo da semana, o relator do inquérito, ministro Celso de Mello, rejeitou essa possibilidade. A AGU recorreu da decisão, mas, como Celso de Mello está de licença médica até o dia 26, o caso foi redistribuído a Marco Aurélio. O ministro preferiu levar o caso a plenário, em vez de emitir decisão individual.

Na decisão, Marco Aurélio diz que o prazo servirá também para que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre o tema.

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Valmir Endruweit
17 de setembro de 2020 22:04

Um manda, outro desmanda, são apenas advogados indicados politicamente e que não sabem nem porque estão no STF, um puxa a corda para a direita e outro puxa para a esquerda, um não aceita a decidão do outro parece “briga de cerca” lavadeiras discutindo se o bofe é ou não é chifrudo.Esse é o Brasil !!! Um país assim não pode dar certo!ATÉ QUANDO VAI ESSA PUTARIA!!!

Carlos Justo Paulo
18 de setembro de 2020 11:10

O que esperar de um juiz de merda, senil e prepotente?

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