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Política Ministro Marco Aurélio Mello diz que “Bolsonaro critica o Supremo de forma ácida e descabida”

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Ministro do Supremo Tribunal Federal (foto) reagiu às falas do presidente da República após magistrado mandar instalar CPI da Covid-19

Foto: Carlos Alves Moura/STF
Ministro do Supremo Tribunal Federal (foto) reagiu às falas do presidente da República após magistrado mandar instalar CPI da Covid-19. (Foto: Carlos Alves Moura/STF)

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta terça-feira (13), que o presidente Jair Bolsonaro critica a Suprema Corte de “forma ácida e descabida”. Com isso, o titular do Executivo “tenta distrair a população e não ser fustigado” na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) no Senado Federal, que vai investigar possíveis omissões do governo federal na pandemia de Covid-19.

“Quanto a fala de Bolsonaro, é a tentativa de desviar o foco. Ele critica o Supremo e critica de forma ácida, descabida, e tenta com isso distrair a população e não ser fustigado lá na CPI. As críticas são bem-vindas, mas quando construtivas. Críticas acidas e políticas, não”, afirmou o ministro.

Um dia após o STF ter determinado que o Senado instale CPI para apurar ações e omissões do governo federal no combate à pandemia de Covid-19, o presidente Bolsonaro reagiu, criticando duramente o autor da decisão liminar, ministro Luís Roberto Barroso.

“Eles não querem saber do que aconteceu com os bilhões desviados por alguns governadores e alguns poucos prefeitos também”, afirmou Bolsonaro. “Agora, detalhe: dentro do Senado tem processo de impeachment contra ministro do STF. Eu quero saber se o Barroso vai ter coragem moral de mandar instalar esse processo de impeachment também. Pelo que me parece falta coragem moral do Barroso e sobra ativismo judicial” acrescentou.

A decisão de Barroso atende a pedido feito pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO), que questionaram a posição do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), em não avaliar o requerimento pela investigação, apresentado em fevereiro. Pacheco, que vinha relutando à abertura da CPI, por considerar o momento inoportuno.

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