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Cláudio Humberto Moro tem “sangue nos olhos”, dizem interlocutores

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Poucos partidos querem ligação com Moro nas tratativas de palanques estaduais. (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

Políticos que se reuniram com Sergio Moro, pré-candidato do Podemos a presidente, saíram desses encontros impressionados com o “sangue nos olhos” do ex-juiz. Além do grande ressentimento por Bolsonaro, o que motiva Moro, dizem esses interlocutores, é a visão ingênua de que, eleito, ele concluirá o que começou no atual governo, incluindo medidas do Pacote Anticrime, que praticamente virou pó no Congresso.

Visão ingênua

Apesar do período como ministro da Justiça, Moro ainda acha que presidente da República pode tudo. Já deveria saber que não pode.

‘Russos’ mandam

É sua meta implantar a prisão após condenação em segunda instância. Esquece que teria de combinar com os “russos”: o Congresso e o STF.

Supremo opositor

Se Bolsonaro sofre nas mãos do STF, eventual “presidente Moro”, detestado ali, comeria o pão que o diabo amassou e desprezou.

Revisão necessária

Já fora do governo, Moro viu o bandidaço André do Rap solto graças à regra do Pacote sobre revisão de prisões preventivas a cada 90 dias.

Projeto criminaliza vacina que provoque sequelas

Um projeto de origem popular quer responsabilizar penalmente quem obrigar outra pessoa a se vacinar contra covid, em caso de problemas como sequelas ou morte decorrente da aplicação. O texto foi sugerido por um baiano no portal e-Cidadania do Senado Federal e, depois de receber o apoio suficiente, de todos os Estados, foi encaminhado para análise dos senadores da Comissão de Direitos Humanos (CDH).

Responsabilização

Pelo texto, responsáveis por instituições públicas ou privadas que obrigarem funcionários a se vacinar assumiriam as consequências.

Coletando poeira

A ideia foi apenas a 24ª a ter apoio suficiente, mas está há dois meses parada aguardando designação de relator pelo presidente da CDH.

Usuários autenticados

Mesmo depois de encaminhada à CDH, a proposta segue recebendo apoio na internet. Pelo portal e-Cidadania, 98% são a favor, 2% contra.

Não explicou

Solicitado a explicar a demora em designar relator para a proposta, o presidente da CDH, Humberto Costa (PT-PE), nem respondeu.

Pede pra sair, zero-um

Um dirigente que pede a renúncia de Bruno Araújo da presidência do PSDB, notou que ao anunciar o resultado, dia 27, ele manteve a cara amarrada, de velório, após a derrota do seu candidato Eduardo Leite. Conduta estranha em um partido que está na disputa presidencial.

Seis meses na fila

A Comissão de Seguridade Social da Câmara debate mais uma vez, nesta terça (7), a criação do “passaporte sanitário” da Covid-19, previsto no projeto de lei 1158/21, que tramita há seis meses.

Só para lembrar

O senador Jean Paul Prates (PT-RN) lembrou que no Brasil ainda não existe a tecnologia 5G, apesar da propaganda enganosa de operadoras de celular. O 5G “de verdade” somente será ativado no País em junho.

O trabalho dignifica

A pelegada petroleira usa sua comunicação para atacar venda de ativos da Petrobras, que diminui o peso estatal sobre nossas costas. Até parece que não têm tempo para mais nada, inclusive trabalhar.

Orçamento a tempo

A Comissão Mista de Orçamento deve votar nesta segunda (6) o parecer preliminar do projeto orçamentário de 2022. O relator Hugo Leal (PSD-RJ) prevê a votação final até dia 17, antes do recesso.

Balanço mundial

A marca de 8 bilhões de doses de vacinas contra a Covid-19 aplicadas em todo o mundo foi superada semana passada. Já são cerca de 55% de todos os seres humanos com ao menos uma dose no braço.

Apenas um factoide

Projeto da oposição criando um “fundo” para controlar os preços dos combustíveis será votado nesta terça (7), na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O texto admite a inutilidade do projeto, ao dispor que o Legislativo não pode aprovar a criação de fundo.

Pensando bem…

…bons os tempos aqueles em que os Três Poderes eram harmônicos e sobretudo independentes.

PODER SEM PUDOR

Animal errado

No final dos anos 1970, quando Arena e MDB eram os partidos autorizados pela ditadura, vivia em Manaus um comerciante sírio, Salim, conhecido por “Jacaré”. Certo dia, às vésperas da eleição de 1978, ele recebeu uma ligação: “Aqui é Luís Humberto, da Comissão de Finanças da Arena. Estamos reunindo recursos para a campanha do vice-governador João Bosco, nosso candidato ao Senado. Precisamos de sua contribuição financeira.” Ele respondeu: “De jeito nenhum, patrício. A Arena só tem leão ou rato. Eu sou Jacaré.”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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