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Cláudio Humberto Petróleo não repassa redução de 20% aos preços

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Neste ano, mais de R$ 1,2 bilhão foram recuperados pela empresa. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro está entre os brasileiros que acreditaram na conversa fiada da Petrobras, que preços altos dos combustíveis se devem aos aumentos da “cotação internacional do petróleo”. A cotação está em queda há duas semanas, despencando de US$84 para US$69 o barril, redução de até 20%, mas a Petrobras se finge de morta, mostrando que era mesmo falso o vínculo à “cotação internacional”.

Subiu, aumentou

De outro lado, se o petróleo voltar a subir de US$69 para US$74, por exemplo, a Petrobras não hesitará em aumentar seus preços de novo.

Nem pensar

Com a arrogância habitual, a Petrobras divulgou nota desmentindo o presidente, para afirmar, em resumo, que não cogita reduzir preços.

Ativistas no comando

A turma que desmentiu o presidente é a que ameaçou “pensar com carinho” em mais aumentos, em setembro, e 24h depois tascou 7,2%.

Ninguém tasca

A estatal se comporta como se fosse privatizada, afrontando inclusive o chefe de Estado que representa o acionista majoritário, que é o povo.

Média de mortes cai abaixo de 200 “para valer”

A média de mortes por covid no Brasil caiu abaixo de 200 pela terceira vez em cerca de um mês, mas, ao contrário das ocasiões anteriores, a situação atual não foi impulsionada por represamento em feriados prolongados. Segundo o Conass, a média está abaixo de 200 desde o sábado (4), fazendo o Brasil seguir na contramão de países europeus, que vivem a 4ª onda, e os EUA, que têm média acima de mil mortes.

Panos quentes

Queridinho da imprensa, Joe Biden acumula em seu governo 385 mil mortes, média de 1.200. A média de Trump, sem vacina, é de 1.300.

Quase dois anos

No Brasil, onde não há essa “compreensão” da imprensa, o governo Bolsonaro acumula 975 mortes diárias por covid na pandemia.

Aposta dos coronalovers

Festas de réveillon foram canceladas por causa da ômicron, apesar de não ser responsável pela 4ª onda. Aliás, não causou nenhuma morte.

O jogo é impedir a PEC

A Câmara não se meteu nas alterações profundas dos senadores na PEC dos Precatórios. Agora que a bola está com os deputados, os senadores querem impedir a Câmara de agir como achar que deve.

Noves fora, nada

O “boicote diplomático” dos EUA às Olimpíadas de Inverno, na China, é tão debiloide quanto Joe Biden, que o decidiu. Consiste em não gastar com passagens, diárias e hospedagem para diplomatas. Grande coisa.

Em grande estilo

O presidente Bolsonaro e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, assinam nesta terça (7), no Palácio do Planalto, contrato do leilão do 5G, tecnologia que tem tudo para revolucionar a vida das pessoas.

Quase parando

Durante o chamado “esforço concentrado”, o Senado do presidente roda-presa Rodrigo Pacheco conseguiu votar 33 indicações de autoridades, algumas paradas desde o início de 2020.

Mais burrocracia

Comissão da Câmara aprovou projeto para obrigar que toda decisão administrativa do governo federal – portaria, por exemplo – seja “objeto de avaliação prévia dos impactos econômicos, sociais e ambientais”.

Besteirol da vez

Espalha-se a fofoca de que Bolsonaro quer como vice o general Braga Netto, para o proteger de impeachment. Bobagem. Quem o protege é o presidente da Câmara. Bolsonaro precisa é de vice que lhe dê votos.

Vacina contra raiva

Em um mundo onde pessoas andam tão nervosas e prontas para a briga, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates anunciou a produção de 511 mil toneladas do doce de janeiro a setembro.

Previsão

O Congresso realiza sessão conjunta nesta terça (7) para votar 26 vetos presidenciais e 16 projetos. A idéia da base governista na Câmara e Senado é votar também a PEC dos Precatórios.

Pensando bem…

…até agora, as únicas vítimas da variante ômicron no Brasil foram as festas de réveillon.

PODER SEM PUDOR

Índio malandro

O cacique Mário Juruna foi eleito deputado em 1982, pelo PDT carioca, e fez história, gravador em punho, cobrando promessas e compromissos dos políticos com a causa indígena. Mas, curiosamente, o deputado Mário Juruna não nomeou índios xavantes para a sua assessoria; só escolheu brancos. A um repórter que perguntou o motivo, ele explicou: “Branco entende malandragem de branco.”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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