Sábado, 29 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 17 de fevereiro de 2023
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
O deputado federal André Fernandes (PL-CE) confirmou ter obtido o número mínimo de 1/3 dos senadores para requerer a instalação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) destinada a investigar os atos violentos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro e a possível omissão do governo Lula, e do ministro da Justiça Flavio Dino para coibi-los. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) é um dos signatários do documento e garantiu as 27 assinaturas, número mínimo no Senado. O senador gaúcho Luis Carlos Heinze (PP) também assinou o documento.
A iniciativa para a coleta das assinaturas é do deputado federal André Fernandes (PL-CE). Ele afirma ter conseguido as 27 assinaturas no Senado e as 65 assinaturas na Câmara dos Deputados. Fernandes alega que o objetivo da Comissão é “investigar os atos de ação e omissão ocorridos no último dia 08 de janeiro nas Sedes dos Três Poderes da República, em Brasília” e culpa o governo do presidente Lula (PT) pelas cenas de depredação na capital federal naquele 8 de janeiro, e cita um documento do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), de 6 de janeiro, que alerta para o risco de “ações violentas contra os prédios da Esplanada dos Ministérios”, em Brasília. O relatório teria sido enviado a 48 órgãos do governo federal, e depois disso, o governo se omitiu. Ele também critica a decisão do governo de decretar sigilo sobre as imagens gravadas no Palácio do Planalto, durante o ato.
“Sincericídio” da Secretária da Fazenda preocupa base política
Causou enorme desconforto na base política do governador Eduardo Leite o “sincericídio” da secretária da Fazenda do Rio Grande do Sul, Pricilla Santana, ao anunciar taxativamente esta semana que os servidores terão zero de revisão anual em 2023 devido à previsão de forte queda da receita. Em 2022, a revisão geral para todos os servidores foi de 6%. Na base política do governador, alguns deputados que preferem se manter incógnitos, comentam que, embora o respeitável currículo técnico da secretária, ficou evidente a falta de tato político num momento delicado em que estão represadas várias demandas por reajustes salariais. O contraste com o topo dos servidores de todos os poderes – judiciário, Ministério Público, deputados e Secretários estaduais – que receberam expressivos reajustes no início deste ano, pode despertar uma cadeia ainda mais forte de demandas por aumentos salariais.
Policiais civis aumentam pressão
Presidente da Ugeirm, o Sindicato dos Policiais Civis, Isaac Ortiz anuncia que vai aumentar o tom da reivindicação por reposição salarial para a categoria. Segundo Isaac,”estamos ampliando nossa grande mobilização por reajustes salariais a todos os policiais, e a equiparação dos Comissários com os capitães da BM e bombeiros militares, e e liberação das promoções da Polícia Civil que estão atrasadas”. Isaac aponta ainda para a campanha “pelo retorno da paridade e a integralidade para todos os policiais que a partir de 2015 perderam essa condição” além do chamamento de todos os concursados da Polícia Civil.
Justiça dos EUA de olho na JBS
Após envolver-se em sucessivos escândalos no Brasil, a JBS não teve melhor sorte nos Estados Unidos, mercado no qual instalou sua sede mundial. Lá, a legislação vale para todos e o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos abriu investigação por suspeita da prática de tráfico humano e uso de crianças trabalhadoras noturnas em matadouros da JBS Foods nos estados de Nebraska e Minnesota. A JBS, em outro escândalo nos EUA, foi denunciada pelo grupo de ativismo ambiental Mighty Earth na Securities and Exchange Commission (SEC), a “CVM” americana, pedindo a abertura de uma investigação sobre os mais de US$ 3,2 bilhões em títulos verdes (green bonds) vinculados a metas de sustentabilidade que a JBS emitiu nos Estados Unidos, e que podem ser fraudulentos.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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Jornalismo hipócrita e tendencioso. Usa a midia concedida para botar gasolina na fogueira e promover o ódio politico. Desonra a classe com um jornalismo desonesto e de meias verdades. Apoio nítido a partidos e pessoas que ajudaram a promover atos antidemocráticos. Vergonhoso.
Quem tem medo de CPI?
Vai ficar provado que ele$ sabiam e montaram uma arapuca…
100 ônibus chegando em Brasília e ninguém previu nada?
Como sempre, Lulla não sabia de nada….. kkkkkkkkk
Uma CPI para ir “a fundo” no que aconteceu em 08/01 é tudo o que o lulopetismo não quer.
Porquê será…
CPI da ” fr4ente dos quaetéis” onde a direita golpista e terrorista estava cometendo o crime de pedir GOLPE MILITAR…… isso sim é cpi