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Política “Não gosto da ideia de um ex-presidente não poder se manifestar”, diz o governador Eduardo Leite após a prisão de Bolsonaro

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"Nosso País não merece seguir refém desse cabo de guerra jurídico-político que só atrasa a vida de todos há anos", disse Leite

Foto: Mauricio Tonetto/Secom-RS
"Nosso País não merece seguir refém desse cabo de guerra jurídico-político que só atrasa a vida de todos há anos", disse Leite. (Foto: Mauricio Tonetto/Secom-RS)

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, criticou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moares na segunda-feira (4). O político gaúcho afirmou que recebeu a notícia “com desânimo”.

“Como brasileiro, recebo com desânimo este episódio envolvendo a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Não gosto da ideia de um ex-presidente não poder se manifestar e gosto menos ainda de vê-lo ser preso por isso, antes ainda de ser julgado pelo órgão colegiado da Suprema Corte. Não discuto a legalidade ou a razão jurídica. Percebam que, de cinco presidentes eleitos após a redemocratização, apenas um, Fernando Henrique, não foi preso ou sofreu impeachment. Nosso País não merece seguir refém desse cabo de guerra jurídico-político que só atrasa a vida de todos há anos”, escreveu Leite nas redes sociais na noite de segunda.

“Até quando vamos ficar dobrando a aposta para ver o que acontece? Até quando nossa energia será consumida na busca de exterminar adversários mais do que em erradicar os graves problemas do País? Como nação, é hora de refletir sobre os graves danos da polarização e buscar novos caminhos. Não é mais sobre qual lado tem razão, é sobre manter a serenidade e a esperança no Brasil que sonhamos e queremos ter”, prosseguiu o governador.

Moraes decretou a prisão domiciliar de Bolsonaro devido ao descumprimento das medidas cautelares impostas pelo ministro no inquérito no qual Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL de São Paulo, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo.

Além de não poder sair de casa, Bolsonaro está proibido de receber visitas (com exceção de advogados) e não pode usar celular, diretamente ou por intermédio de terceiros, nem redes sociais.

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HC Lisbôa
5 de agosto de 2025 12:28

Alguém perguntou a opinião dele?

Carlos Santana
5 de agosto de 2025 13:58

Hipócrita. Esse não vale nada, é um fracote.

Vanderlei Ochoa
5 de agosto de 2025 19:12

Votei nesse cara para impedir ONIX LORENZONIX ASTERIX. DEVERIA TER ANULADO MEU VOTO.

Miltch Mitch
5 de agosto de 2025 21:41

E governador, estas voltando para o lado bom da força.
Fora chinelagem petista.

Artur Borba
6 de agosto de 2025 17:53

Ué largou a mão do estadista ex presidiário. Ano que vem tem eleições. A verdade aparecerá. Digamos que consegue 100 mil votos. Tá de bom tamanho.

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