Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 24 de julho de 2023
O administrador da Nasa, Bill Nelson (foto), se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira
Foto: Joédson Alves/Agência BrasilA Nasa (agência espacial americana) quer ampliar a parceria com o Brasil no monitoramento do desmatamento da floresta amazônica e em ações de preservação. O administrador da Nasa, Bill Nelson, se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira (24), no Palácio do Planalto, em Brasília, para tratar da cooperação aeroespacial entre Brasil e Estados Unidos.
A embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Elizabeth Frawley Bagley, também presente na reunião, disse que, em breve, Lula deve conversar com o presidente Joe Biden sobre os assuntos tratados no encontro de hoje. A assessoria da Presidência confirmou que o telefonema entre os dois presidentes deve ocorrer, provavelmente, esta semana.
“Os nossos satélites já mandam muitas imagens e informações aos cientistas aqui no Brasil para localizar a destruição da floresta e nós lançaremos, futuramente, três novos satélites que vão aumentar, e muito, a habilidade de poder identificar e impedir o desmatamento”, disse Bill Nelson à imprensa após o encontro.
O administrador da Nasa lembrou que, há 37 anos, fez um sobrevoo no espaço e conseguiu observar a destruição da floresta e a sedimentação na foz do Rio Amazonas, resultado do desmatamento.
Em outro exemplo de possível parceria, Nelson explicou que a agência espacial tem instrumentos que podem ajudar a aumentar a produtividade no campo, que identificam a umidade do terreno e do ar e detectam pragas.
Nesta terça-feira (25), Bill Nelson visitará as instalações do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e da Embraer, em São Paulo. A visita do americano ao Brasil será seguida de reuniões de acompanhamento entre os cientistas dos dois países.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, explicou que qualquer tipo de parceria no monitoramento das florestas depende do aval das autoridades científicas que acompanham a política aeroespacial brasileira, que podem apontar a real necessidade de utilização desses equipamentos e sistemas e a viabilidade de cruzamento de informações.
Ela lembrou que, em breve, deve entrar em operação um novo radar sintético que possibilitará a captação de imagens através das nuvens e que o Inpe “continua firme e forte fazendo o dever de casa” na qualificação de informações para o combate ao desmatamento na Amazônia. “Mas, a princípio, nós temos total simpatia, tudo que tiver de avanço tecnológico para poder garantir o melhor monitoramento da nossa floresta, nós estamos à disposição”, disse.
O interesse do Brasil é que as autoridades americanas observam as potencialidades da indústria brasileira na área espacial. “Nós temos empresas com capacidade de produção para fornecer para a Nasa, também equipamentos na indústria aeroespacial, então é um pouco essa troca que nós queremos estabelecer na visita do presidente da Nasa ao Inpe”, explicou a ministra Luciana Santos.
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“Nós temos empresas com capacidade de produção para fornecer para a Nasa”……..??? A Nasa achou um ET aqui no Brasil….Sim…ela NÃO vive aqui ou tem outros interesses….COMO SEMPRE….
Nos ultimos 21 anos que o lulaldrão esta no poder ….destruiu toda a nossa industria…inclusive a FORD saiu do Brasil, porque aqui não se produz nenhum eletronico …50% vem de fora…Não produzimos mais nada de ponta aqui….
Acho que o Brasil nao precisa de monitoramento de outro país. Vejo perigo, será que é só eu?
Desconfio de “ajuda” vindo dos americanos.
Bom ficar de olhos abertos.
Já temos as ONGs girngas “monitorando” a Amazônia e mamando nas tetas do governo… um monitoramento a mais ou a menos…
Querem controlar a Amazônia. Nosso governo curva-se obediente ficam felizes por poder servi-los.