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Bruno Laux Notícias da Assembleia Legislativa do RS

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A Procuradoria Especial da Mulher do Parlamento gaúcho lançou nesta sexta-feira, durante a Expointer, a cartilha “Política para Mulheres”. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Política para Mulheres

A Procuradoria Especial da Mulher do Parlamento gaúcho lançou nesta sexta-feira, durante a Expointer, a cartilha “Política para Mulheres”. O material é voltado ao estímulo da participação feminina nas relações de Poder nas diferentes esferas e ao incentivo da criação de procuradorias similares nas Câmaras de Vereadores. O documento apresenta uma linha do tempo das conquistas das mulheres brasileiras ao longo de 196 anos de história, desde que foram autorizadas a avançarem nos estudos além da escola primária até os dias atuais, apontando pioneirismos femininos em diferentes cargos de poder no país.

Pendência antiga

A deputada Bruna Rodrigues (PCdoB) foi condenada por contravenção penal em função de um episódio ocorrido em 2021, no qual ela, enquanto vereadora de Porto Alegre, empurrou o vereador cassado Alexandre Bobadra (PL) durante uma sessão no plenário da Câmara Municipal. O embate ocorreu em meio a discussões sobre a implantação do passaporte vacinal em função da pandemia da covid-19. A parlamentar não foi beneficiada pelo foro privilegiado concedido aos deputados estaduais, pois o caso ocorreu antes dela ingressar no cargo na Assembleia gaúcha.

Violência política

Nas redes sociais, Bruna Rodrigues comentou sobre o processo afirmando que “mais uma vez, uma mulher vítima de violência é tornada culpada pelo seu acusador”. A deputada destacou que a ação é uma continuidade da violência política de gênero que iniciou quando denunciou Alexandre Bobadra por declarações de assédio, uma vez que o parlamentar apresentou a ação que resultou em sua condenação um dia após ter sido acusado por ela. Bruna destacou ainda que segue pressionando o Ministério Público Estadual para que o vereador seja investigado pelo crime de violência política, mas que o órgão segue apresentando resistência, alegando imunidade parlamentar.

Restrição de músicas

O deputado Capitão Martim (Republicanos) propôs no Parlamento gaúcho um projeto de lei que determina a proibição da execução de músicas com letras que façam apologia ao crime, ao uso de drogas, ou que expressem conteúdos sexuais nas instituições de ensino da rede estadual pública e privada do RS. O parlamentar afirma que busca, através do projeto, preservar o ambiente pedagógico como local destinado ao estudo, aprendizado e crescimento individual, salientando o papel da escola como um dos principais formadores de personalidade, caráter e valores das crianças e adolescentes. “É dever fundamental da escola afastar as crianças das influências que interfiram negativamente no comportamento e nas relações interpessoais dos seus alunos. Músicas que fazem tais apologias podem influenciar negativamente a formação dos jovens, incentivando-os a adotar comportamentos de risco”, justifica o deputado.

GT do tabaco

A Subcomissão em Defesa do Setor Produtivo do Tabaco e Acompanhamento da COP-10 da Assembleia encaminhará ao governo federal um documento concentrando as principais demandas vitais e preocupações do setor fumageiro do Estado. O grupo apresentou nesta semana, durante a Expointer, o seu relatório final elaborado a partir da oitiva de empresas e produtores em seis municípios gaúchos. Liderada pelo deputado Marcus Vinicius (PP), a subcomissão propõe ao Planalto, entre outros itens, a criação de um grupo de trabalho com representações de agricultores, companhias e governos para colaborar na elaboração da declaração brasileira sobre o segmento durante a Conferência das Partes em novembro, no Panamá.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Vanderlei Ochoa
2 de setembro de 2023 12:51

Notícias rais e verdadeiras. Parabéns Jornalista Laux.

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