Quarta-feira, 27 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Geral Número de civis mortos em conflito na Ucrânia já passa de 5 mil

Compartilhe esta notícia:

A pequena nação insular é a primeira a tomar tal decisão desde que a guerra eclodiu. (Foto: Reprodução)

Em quase 150 dias de ataques e bombardeios, a guerra na Ucrânia já deixou mais de 5 mil civis mortos no país. O balanço foi feito pela agência de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ACNUDH) e divulgado nesta terça-feira (12).

A agência, que tem dezenas de monitores de direitos humanos no país, disse em sua atualização semanal que 5.024 pessoas morreram e 6.520 ficaram feridas.

Embora este seja o balanço oficial, a ACNUDH afirma que o número de mortos é, provavelmente, bem maior. Isso porque os monitores que fazem a contagem de mortos não conseguem chegar em áreas dominadas há meses por forças russas, como vilarejos no leste do país e a cidade de Mariupol, no sul da Ucrânia.

Um dos exemplos é Bucha, a cidade a 60 quilômetros de Kiev que ficou mais de um mês sob controle da Rússia, no início da invasão. Quando as tropas russas se retiraram de toda a região da capital ucraniana, no fim de março, dezenas de corpos foram encontrados pelas ruas da cidade.

Em Mariupol, centenas de mortes também foram relatadas. A cidade, no entanto, está até hoje sob domínio de Moscou.

Contra-ataque

Também nesta terça-feira (12), em uma contraofensiva para tentar recuperar seus territórios, a Ucrânia bombardeou a região de Kherson, no sul do país, atualmente sob domínio da Rússia. Ao menos sete pessoas morreram e quase 60 ficaram feridas, segundo anunciaram as forças de ocupação de Moscou.

Na segunda-feira (11), o governo ucraniano havia revelado planos de reconquistar territórios ocupados pela Rússia, no sul e no leste do país, utilizando armas e equipamentos que vêm sendo fornecidos ao país pelos Estados Unidos e por países europeus.

Foi o que aconteceu no ataque desta terça-feira, segundo a vice-comandante da administração das forças de ocupação russas em Kherson, Ekaterina Gubareva. Gubareva confirmou o balanço de sete mortos e acusou as forças ucranianas de de terem utilizado o sistema americano de lançadores de foguetes múltiplos HIMARS.

“Está claro que foi um ataque deliberado, violento e cínico com mísseis de alta precisão. Aqui não há alvos militares (…) armazéns foram atingidos, assim como lojas, uma farmácia, postos de gasolina e até uma igreja”, disse o comandante da administração cívico-militar instalada pelos russos na região de Kherson, Vladimir Leontiev.

A Ucrânia não falou em número de mortos e afirmou que atacou alvos militares em Nova Kakhovka, com um balanço de 52 militares russos e um depósito de munições destruído.

Imagens divulgadas pelas autoridades de ocupação mostram vários edifícios destruídos. “Dezenas de casas foram atingidas (…) estamos retirando as pessoas dos escombros”, declarou Leontiev. “É uma tragédia terrível. O número de vítimas vai aumentar porque a magnitude dos danos é enorme”. As informações são do portal de notícias G1.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Um dos maiores aeroportos do mundo dá ordem radical a empresas aéreas: “parem de vender passagens”
Ferramentas de transparência de monitoramento político de redes sociais são insuficientes para acompanhar a circulação de conteúdos impulsionados no período eleitoral
Pode te interessar