Terça-feira, 19 de Janeiro de 2021

Porto Alegre
Porto Alegre
23°
Fair

Brasil O Brasil contabiliza a média diária de 522 óbitos por coronavírus

Compartilhe esta notícia:

Regra vale para brasileiros e estrangeiros que vierem do exterior. (Foto: Governo do Estado de São Paulo)

A média móvel diária de mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil ficou em 522 no domingo (29). Esse tipo de média considera os dados dos últimos sete dias e evita distorções provocadas pelas variações diárias dos registros. No total, 6.313.656 pessoas já foram infectadas pela doença e 172.848 morreram por causa da covid-19.

Foram registrados mais 23.496 casos e 261 mortes, segundo levantamento feito por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de saúde. O balanço do Ministério da Saúde, por sua vez, aponta que há 5.578.118 recuperados e outros 563.789 que seguem em acompanhamento. Os dados são do período de sábado (28) para domingo (29).

O Brasil é o segundo país com mais mortos, atrás apenas dos Estados Unidos, que registrou 266.778 mortes por covid-19. No total de infectados, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA), o Brasil fica atrás dos Estados Unidos e da Índia.

De acordo com o Ministério da Saúde, 24.468 novos casos de infecção pela covid-19 e 272 óbitos foram registrados nas últimas 24 horas. Ao todo, 6.314.740 pessoas se infectaram e 172.833 faleceram em decorrência do novo coronavírus. Os números diferem dos compilados pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

Vacina

Representantes do Ministério da Saúde afirmaram na sexta-feira (27) que não vai ter vacina para toda a população brasileira em 2021. Além do quantitativo insuficiente, há grupos que não estão participando dos testes, como crianças e gestantes, e que, por isso, não deverão ser imunizados inicialmente, explicou Francieli Fontana, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações da pasta, ao ser questionada se o ministério já descarta ofertar vacina para todos no ano que vem:

“Nós definimos objetivos (com grupos prioritários) para a vacinação, porque não temos uma vacina para vacinar toda a população brasileira. Além disso, os estudos não preveeem estar trabalhando com todas as faixas etárias inicialmente, então não teríamos mesmo como vacinar toda a população brasileira”, disse.

Segundo a pasta, o público-alvo para a vacina ainda será definido, quando o imunizante estiver mais próximo de ser disponibilizado, devido à necessidade de se avaliar as características da substância, inclusive as indicações. Mas, segundo Elcio Franco, secretário-executivo do ministério, serão levados em conta os grupos com risco de ter o quadro grave da doença, a faixa etária, comorbidades e até “aspectos étnicos”.

Franco afirmou que a população estará segura, mesmo com grupos não vacinados, comparando o esquema de imunização da Covid-19 com a da gripe (influenza), que ocorre todos os anos com meta de alcançar 80 milhões de brasileiros:

“O fato de determinados grupos da população não serem imunzados não significa que não estão seguros, porque outros grupos que convivem com aqueles estão imunizados e dessa forma não vão ter a possibilidade de se contaminar com a doença. É por esse motivo que não vacinamos toda a população, por exemplo, contra a influenza”, disse.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

O coronavírus não vai parar de evoluir quando a vacina chegar, alertam especialistas
INSS prorroga a suspensão do bloqueio de benefícios por falta de prova de vida
Deixe seu comentário
Pode te interessar