Fontes oficiais ressaltaram que o insumos não estão retidos: seguem o caminho burocrático usual para exportação. Um integrante do governo disse que prefere apostar no tradicional pragmatismo dos chineses, para que os ataques a Pequim proferidos por Bolsonaro e outros integrantes do governo brasileiro desde o início do mandato presidencial não sejam usados como pretexto para o atraso no envio dos produtos.