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Brasil O governo federal planeja 40 voos para buscar máscaras na China

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Cobrir completamente a boca e o nariz é essencial para a proteção. (Foto: Reprodução)

Técnicos que participam da operação para trazer máscaras da China para o Brasil estimam que serão mobilizados, pelo menos, 40 voos para o transporte dos equipamentos. As máscaras devem ser usadas por profissionais de saúde no enfrentamento ao novo coronavírus.

Ao todo, 240 milhões de unidades serão distribuídas pelo Ministério da Saúde aos Estados, que farão o repasse aos municípios. O número de voos tem relação com a distância e o volume do material – a previsão é de que 960 toneladas de equipamentos de proteção individual sejam importadas.

O primeiro lote, com 40 milhões de máscaras, deve chegar ao Brasil na semana que vem. Para essa remessa, o governo planeja saída de Guangzhou (China) com escala em Dubai (Emirados Árabes Unidos) e pouso no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, mas isso pode ser modificado, de acordo com o Ministério da Saúde, por causa do risco de confisco do material na viagem de volta ao Brasil, dependendo de onde for deita a escala.

O voo tem duração total de 40 horas e, segundo o governo, a ideia é dar status de “voo de Estado” ao frete. Com isso, a aeronave terá prioridade para pousos e decolagens nos aeroportos.

De acordo com a equipe técnica, Guarulhos servirá como o ponto de distribuição dos kits para outros estados brasileiros.

Os lotes em negociação incluem máscaras de três camadas – aquelas brancas, com tecido não tecido (TNT) – e máscaras N95, com proteção reforçada.

O governo também estuda outras possibilidades de rota para os próximos lotes de equipamentos. Uma das opções parte do Chile em “sentido oposto”, com escala na Austrália antes de pousar na China. Para isso, o Brasil usaria a frota chilena de uma das empresas aéreas que operam nos dois países.

Até a publicação deste texto, o martelo ainda não tinha sido batido e a rota “alternativa” seguia em estudos.

Atraso

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, disse que uma entrega de cerca de 50 milhões de máscaras vinda da China, prevista para esta sexta-feira (10), vai atrasar. Ainda está sendo analisado em qual país o avião vai fazer escala, para não correr o risco de as máscaras serem retidas para serem usadas por lá.

Segundo ele, continua a previsão de trazer 40 milhões de máscaras por semana da China, totalizando 240 milhões, das quais 200 milhões cirúrgicas, e 40 milhões do tipo N95, que filtra partículas do ar.

“Não deve vir amanhã, na sexta-feira. A primeira remessa deve atrasar um pouco mais, por questões burocráticas, que estão sendo equacionadas com a embaixada na China. Tem o problema de onde o avião vai pousar na volta, porque a gente não quer  ver o avião pousar e correr o risco de retenção por parte desse país desses equipamentos de proteção. Isso ainda está sendo analisado. Não será na sexta-feira, deverá ocorrer na próxima semana. A tendência é que na próxima semana, vamos tentar fazer dois carregamentos de máscaras da China para o Brasil”, disse Gabbardo.

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