Sexta-feira, 06 de novembro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
27°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia O governo vai antecipar o pagamento de benefício a idoso carente e pessoas com deficiência

Compartilhe esta notícia:

A medida faz parte do conjunto de ações do Ministério da Economia para mitigar os efeitos da crise do coronavírus. (Foto: Hoana Gonçalves/Ministério da Economia)

O governo anunciou nesta quinta-feira (19) que vai antecipar o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas com deficiência carentes. A medida faz parte do conjunto de ações do Ministério da Economia para mitigar os efeitos da crise do coronavírus.

“Nós abreviaremos essas análises, para que possamos ganhar tempo e eficiência e concederemos para todos um valor específico de adiantamento. Para que a pessoa, mesmo a que esteja na fila, possa receber algum valor neste momento de crise, evitando que nós tenhamos uma fila muito grande. Com isso, nós conseguiremos zerar a fila” disse o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco.

O governo também antecipará, sem a necessidade de perícia, os benefícios por incapacidade. As medidas precisarão de autorização do Congresso.

“A questão da antecipação dos benefícios por incapacidade, sem a necessidade de perícia. A antecipação dos benefícios de prestação continuada, como o pagamento do benefício de R$ 200 para as pessoas que não têm proteção formal. Essas medidas estão sendo debatidas e trabalhadas junto ao Congresso Nacional, para que elas possam ser contempladas num projeto que possivelmente será apresentado na próxima semana”, afirmou Narlon Gutierre, secretário de Previdência.

O objetivo da medida é para que esse tipo de benefício seja concedido sem a necessidade de que o beneficiário se desloque e corra risco de se infectar com o vírus. Hoje, o BPC também é pago a idosos carentes, mas esse auxílio continuará a ser pago normalmente, porque não exige a realização de perícia.

A medida custará ao governo cerca de R$ 5 bilhões, segundo os técnicos do Ministério da Economia. A expectativa é zerar a fila de 470 mil pedidos de BPC para pessoas com deficiência. A ação depende de aval do Congresso.

Plano de apoio

O plano de apoio elaborado pelo Ministério da Economia para permitir ao Brasil enfrentar os impactos do coronavírus foi ampliado para R$ 169,6 bilhões, em um prazo de três meses, anunciou na quarta-feira (18) o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues. É um valor de R$ 22,3 bilhões maior do que o anunciado na segunda-feira (16), quando foi apresentado o primeiro grande grupo de medidas de apoio.

A ampliação foi decidida após nova reunião do grupo de monitoramento econômico dos impactos da pandemia do Covid-19. Do total de R$ 169,6 bilhões, até R$ 98,4 bilhões será destinado a população mais vulnerável, R$ 59,4 bilhões para a manutenção de empregos e R$ 11,8 bilhões para o combate à pandemia. Waldery explicou que o conjunto de medidas será aperfeiçoado à medida que forem se estabelecendo novas necessidades diante do enfrentamento do novo coronavírus. Ele destacou que o Ministério da Economia está agindo para ajudar o país a manter empregos, sustentar a atividade econômica e dar apoio ao setor de saúde e a todos os segmentos da população neste período. As informações são do jornal O Globo e do Ministério da Economia.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

O RS já tem 38 casos confirmados de infecção por coronavírus. Só em Porto Alegre são 23 pessoas com teste positivo
Gravações de 20 espetáculos da Ospa de 2019 são alternativas para período de contenção do coronavírus
Pode te interessar