Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 25 de setembro de 2017
O preço médio da gasolina subiu pela sexta semana consecutiva, de 3,872 reais para 3,879 reais por litro. O dado da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) leva em conta o valor pago pelo consumidor em 3.166 postos pelo Brasil na última semana. É o maior valor registrado para o combustível neste ano.
O preço do diesel também sofreu reajuste, de 3,287 reais para 3,321 reais, segundo o levantamento. Já o preço do etanol teve queda na última semana, após quatro semanas consecutivas de alta, sendo vendido a 2,624 reais por litro ante 2,632 reais na anterior.
Calculadora do combustível mostra que ainda é mais vantajoso financeiramente abastecer com álcool do que com gasolina. Para compensar, o preço do álcool não pode superar 70% do valor da gasolina.
Aumento
O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) revelou nessa segunda-feira os valores médios dos combustíveis que servirão de referência para o cálculo do ICMS a partir do dia 1º de outubro. Em 18 Estados, o valor terá reajuste.
A tabela foi publicada nesta segunda-feira no “Diário Oficial” da União. No Acre, Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia, Rorraima, São Paulo e Tocantis o preço médio dos combustíveis foram alterados pelo Confaz.
No Espírito Santo, a gasolina comum será computada pelo valor de R$ 3,8445. Já em São Paulo, R$ 3,612 o litro. No Rio de Janeiro, o valor será de R$ 4,135; em Minas Gerais será de R$ 4,222; na Bahia vai ficar em R$ 3,999. Para o Rio Grande do Sul, o Confaz estipulou em R$ 4,141 o litro.
O ICMS é retido pela Petrobras no ato da venda dos combustíveis aos postos de gasolina. Além da gasolina, a tabela do Confaz traz os preços de referência do diesel, gás liquefeito de petróleo, querosene da aviação, etanol, GNV (gás natural veicular), gás natural industrial e óleo combustível.
Dívida da Petrobras
Detentores de 6,22 bilhões de dólares em títulos da Petrobras com vencimento entre 2019 e 2021 aceitaram trocá-los por novos títulos de sete e dez anos, ajudando a companhia estatal a reduzir custos de sua dívida, que está entre as maiores dentre as grandes petroleiras.
Em comunicado nessa segunda-feira, a Petrobras disse que 2,285 bilhões de dólares em dívidas antigas serão trocadas por títulos a 5,299% com vencimento em 2025, enquanto 3,935 bilhões de dólares em dívidas antigas serão convertidas em títulos a 5,999% com vencimento em 2028, respectivamente.
Os resultados de uma oferta subsequente para a recompra dos títulos antigos serão divulgados em 27 de setembro, disse a Petrobras. O prazo final para a troca ou a recompra venceu em 22 de setembro.
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