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CAD1 O presidente da CBF mandou a entidade máxima do futebol já preparar a taça do Mundial para o Brasil

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Nesta sexta-feira (22), o Brasil encara a Costa Rica, em São Petersburgo, e Sérvia e Suíça se enfrentam em Kaliningrado. (Foto: Reprodução)

Presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o coronel aposentado da Polícia Militar Antônio Carlos Nunes, 80 anos, já está na Rússia e demonstra muita confiança no hexacampeonato mundial.

Nesta segunda-feira (11), ele participou de reunião do Conselho Conmebol na capital russa que contou com a presença do presidente da entidade máxima do futebol, Gianni Infantino, e mandou um recado. “Eu disse ao Infantino que ele pode preparar a taça para o Brasil. Eu quero levantar a taça”, disse Nunes em um rápido bate-papo com os jornalistas após sair da reunião.

Ele também deu uma alfinetada na Áustria e nos zagueiros que foram violentos com Neymar na vitória da Seleção Brasileira por 3 a 0 em amistoso no domingo (10), em Viena. “A Áustria achou que iria fazer frente, porque ganhou da Alemanha [2 a 1]. Mas não deu para a saída. O zagueiro está procurando o Neymar até agora”, disse o cartola.

Nunes viajou para Sochi, onde nesta terça-feira (12) terá um encontro com a Seleção Brasileira e posará para foto oficial. Lá também estará Rogério Caboclo, que assumirá a presidência da entidade no próximo ano. Caboclo é chefe da delegação no Mundial e já está na cidade litorânea que é a casa da equipe nacional.

Depois, Nunes voltará a Moscou para participar do Congresso da entidade máxima do futebol na quarta (13). A reunião definirá a sede do Mundial que ocorrerá em 2026. Nunes, como integrante do Conmebol, votará na candidatura United-2026, composta por Canadá, Estados Unidos e México. O Marrocos é o outro concorrente.

O presidente da CBF também confirmou informação dada pela entidade sul-americana de apoio unânime a Infantino na eleição presidencial da entidade máxima do futebol mundial de 2019.

Corrupção
Nunes comanda a CBF desde 15 de dezembro de 2017, quando Marco Polo del Nero recebeu a suspensão provisória de 90 dias.

Em 27 de abril, a entidade máxima o baniu definitivamente do futebol após considerá-lo culpado de corrupção por receber propina na venda de direitos de transmissões de competições. Além disso, foi multado em 1 milhão de francos suíços (R$ 3,5 milhões na cotação da época).

Del Nero não viaja para fora do País desde 2015, quando eclodiu o escândalo de corrupção na entidade máxima do futebol. Por isso, o Brasil não teve seu principal dirigente no sorteio dos grupos do Mundial, em 1º de dezembro do ano passado.

O funcionário da CBF de grau mais elevado presente no evento foi Edu Gaspar, coordenador de seleções da CBF. Porém, antes de receber a punição definitiva, Del Nero conseguiu articular a eleição de Rogério Caboclo como presidente.

A eleição aconteceu em 17 de abril com Caboclo como candidato único. Agora na Rússia, tanto Nunes quanto Caboclo estão tentando uma aproximação e uma melhoria na relação com a entidade máxima do futebol.

 

 

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