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Mundo O presidente dos EUA, Donald Trump, encerrou o primeiro ano na Casa Branca com a pior aprovação da história moderna

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Em comparação com outros presidentes, a aprovação de Trump se distancia muito da de outros governantes no seu primeiro ano. (Foto: Reprodução)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, completará neste sábado seu primeiro ano na Casa Branca com a aprovação mais baixa de um presidente na história moderna, segundo uma pesquisa divulgada na sexta-feira pela emissora NBC.

Apenas 39% dos americanos aprova o trabalho realizado por Trump como governante, o nível mais baixo registrado por um “presidente moderno” na história, segundo a consulta, elaborada pela “NBC” junto com o jornal “The Wall Street Journal”.

Além disso, 57% da população desaprova o trabalho de Trump e 51% rejeita “fortemente” seu desempenho desde que chegou à presidência.

Por outro lado, um de cada quatro americanos, 26%, aprova “fortemente” a atuação do republicano, que tomou posse do cargo em 20 de janeiro de 2017.

A diferença no nível de aprovação se aguça entre os eleitores de cada partido, já que 78% dos republicanos se mostra satisfeito com Trump em seus primeiros 365 dias no poder, quando apenas 8% dos democratas compartilha esta opinião.

Entre os independentes, um de cada três – 33% – considera seu desempenho positivo.

Entre os que aprovam Trump, se destaca os índices de 46% de homens, 45% de homens brancos e 41% entre os idosos, segundo a sondagem.

Esta proporção cai até 35% entre quem tem uma idade compreendida entre 18 e 34 anos, para 33% entre as mulheres, a 26% entre latinos e a 8% entre os afro-americanos.

Em comparação com outros presidentes, a aprovação de Trump se distancia muito da de outros governantes no seu primeiro ano: o também republicano George W. Bush registrou 82%, enquanto os democratas Bill Clinton e Barack Obama conseguiram 60% e 50%, respectivamente.

Entre as afirmações escolhidas pelos consultados para definir como se sentiram com o primeiro ano desta presidência, 38% disse estar “nervoso”; 24%, “assustado”; 23%, “esperançoso”; 12%, “orgulhoso”; e 11% “irritado”.

Sobre as conquistas mais positivas durante este ano de Trump na Casa Branca, 20% escolheu “a forte economia e o baixo desemprego”, enquanto 13% apoiou a ideia do presidente de “pôr os Estados Unidos em primeiro”.

Nesta linha, 37% considerou que nenhuma das respostas potenciais lhes pareciam “positivas” dadas a atuação do presidente.

A sondagem foi elaborada com base em entrevistas com 900 adultos realizadas entre os dias 13 e 17 de janeiro e apresenta uma margem de erro de 3,3 pontos percentuais.

12 meses de Trump

Desde a posse, a obsessão com a própria fama, a insistência em impor autoridade e a facilidade em distorcer os fatos surpreenderam boa parte do país e do mundo. Nesse primeiro ano como presidente, Donald Trump tentou humilhar senadores, deputados e integrantes do próprio gabinete.

Ele está envolvido numa guerra de insultos com a Coreia do Norte – e os dois lados têm armas atômicas. E se recusou a condenar supremacistas brancos depois de um protesto que resultou na morte de uma mulher. No ponto mais baixo até agora, senadores disseram que, numa reunião, Trump se referiu a imigrantes de países da África como “imigrantes de países de merda”.

Mas a presidência que causa tanta revolta é considerada por muitos americanos como um sucesso. Conservadores, na maioria brancos, que nas últimas décadas não avançaram economicamente, votaram aos milhões para colocar Trump na Casa Branca. Para eles, o presidente está cumprindo as promessas que fez durante a campanha contra imigrantes, contra competição comercial de outros países, por exemplo.

“Declarações públicas pouco convencionais, mas ações políticas relativamente convencionais. Essa é a forma mais simples de explicar Trump”, diz Philip Klein, analista político no Washington Examiner, um jornal conservador na capital americana. “Se você é liberal e odeia a linha política dos republicanos, você classifica as iniciativas dele de radicais ou péssimas. Mas, se você é republicano, o que ele faz está dentro do esperado”, completa.

Um sucesso indiscutível foi a aprovação de Neil Gorsuch, um juiz conservador, para a Suprema Corte. O mercado de ações também viveu um ano excelente, e o Congresso dominado pelos republicanos aprovou um corte de impostos de mais de US$ 1 trilhão.

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