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Mundial O técnico da seleção alemã evita pensar em um confronto contra o Brasil: “Temos que vencer a Coreia”

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Questionado sobre um eventual confronto com a Seleção Brasileira nas oitavas, um reencontro em Mundial depois do 7 a 1, ele desconversou. (Foto: Reprodução)

O técnico da Alemanha, Joachim Löw, não se continha no banco de reservas no duelo contra a Suécia, no sábado, em Sochi. Mexia no cabelo, levava as mãos ao rosto, andava de um lado para o outro até que o gol da vitória de virada por 2 a 1 saiu nos acréscimos.

O triunfo manteve a atual campeã viva no Mundial. O México lidera o Grupo F com seis pontos. Alemães e suecos agora estão empatados com três e a Coreia do Sul ainda não pontuou. Os classificados dessa chave enfrentam quem avançar no grupo do Brasil. Löw, no entanto, depois de tanto sofrimento, não quer pensar tão adiante.

Questionado sobre um eventual confronto com a Seleção Brasileira nas oitavas, um reencontro em Mundial depois do 7 a 1, ele desconversou. “Não tenho o que falar sobre isso agora. Existem diferentes seleções no outro grupo. Temos que vencer primeiro a Coreia do Sul. Nós vamos pensar a cada jogo”, disse.

Reus decisivo

Marco Reus. Mas pode chamar de Marcinho. É assim que o meia-atacante se identifica nas redes sociais. Quatro anos depois de ser cortado por lesão e perder o Mundial no Brasil, Reus foi eleito o melhor jogador da partida na primeira vez dele como titular da Alemanha na competição. E não foi um jogo qualquer. A vitória por 2 a 1 sobre a Suécia, neste sábado, por 2 a 1, era obrigatória e deu sobrevida aos alemães no Mundial na Rússia. E teve muito de Reus no resultado dramático.

A entrada dele no time repaginou o ataque alemão. A polivalência do camisa 11 mostrou-se útil na tentativa do técnico Joachim Löw de repaginar o ataque. Ao mesmo tempo em que foi agudo nas jogadas pelas pontas, teve presença de área. Foi assim que ele recebeu cruzamento de Timo Werner e finalizou para empatar a partida logo no início do segundo tempo. Lance crucial para a equipe chegar à virada.

“Foi difícil, foi muita pressão nos últimos minutos. Futebol é assim. Num Mundial como esse, são muitos lances emocionantes”, afirmou Reus.

O Mundial chega com quatro anos de atraso para ele. O meia-atacante do Borussia Dortmund foi convocado por Joachim Löw em 2014, mas sofreu uma grave lesão no tornozelo esquerdo durante a fase de preparação. Cortado, viu os companheiros conquistarem o título no Brasil.

Dois anos se passaram, e o jogador passou por um novo drama. Em 2016, também ficou fora da Eurocopa por conta de uma lesão. Foi apenas mais um capítulo do ciclo difícil até o Mundial na Rússia. A relação interminável com problemas físicos colocou em dúvida a convocação dele para o Mundial. Em maio de 2017, rompeu parcialmente o ligamento cruzado do joelho direito. Resultado: seis meses longe dos gramados. Uma frase dele sobre a série de problemas físicos ficou marcada. “Daria todo o meu dinheiro para estar saudável”, disse na época.

tags: Brasil

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