Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
13°
Partly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Polícia Operação da Polícia Federal faz buscas em Pelotas sobre supostos desvios de verbas para hospital de campanha no Ceará

Compartilhe esta notícia:

Operação Cartão Vermelho apura irregularidades na administração do Hospital de Campanha do Estádio Presidente Vargas

Foto: Divulgação
Ele foi flagrado fazendo boca de urna com santinhos e bandeiras. (Foto: Divulgação)

Operação conjunta entre Controladoria-Geral da União, Ministério Público Federal e Polícia Federal  apura fraudes e desvios de recursos na implementação, gerenciamento e gestão do Hospital de Campanha do Estádio Presidente Vargas, no Ceará.

A ofensiva, realizada na manhã desta terça-feira (03), faz parte da Operação Cartão Vermelho, que investiga irregularidades na contratação de Organização Social, promovida pela prefeitura de Fortaleza.

A operação cumpriu 27 mandados de busca e apreensão nas cidades de Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Pelotas (RS). O trabalho conta com a participação de 22 servidores da CGU e de 120 policiais federais. A investigação compõe um conjunto de trabalhos, em parceria com outros órgãos de controle, visando contribuir para a eficiência e eficácia na aplicação dos recursos públicos liberados para ações emergenciais de combate à pandemia da Covid-19.

O contrato de gestão firmado entre o ente público e a Organização Social foi formalizado com estimativa de gastos de até R$ 95,9 milhões, tendo sido realizadas despesas no valor de R$ 50.750.069,80. No decorrer das investigações, a CGU analisou despesas com custeio, referentes aos meses de abril e maio, bem como de investimentos, na aquisição de monitores e módulos complementares, envolvendo um total de R$ 32.073.013,25.

Com o aprofundamento do trabalho, foram identificadas várias irregularidades na formalização e execução contratual, destacando-se: a contratação de serviços a preços superiores aos de serviços equivalentes em outros contratos formalizados pela administração pública nas mesmas circunstâncias de mercado; a deficiência na formulação de indicadores capazes de demonstrar a eficiência do modelo de gestão por OSS para o HCPV; o pagamento de valores a maior e a ocorrência de Irregularidades na aquisição de monitores multiparamétricos. O prejuízo estimado é superior a R$ 7 milhões.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Polícia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
Osmar Soares Sodre Sodre
3 de novembro de 2020 16:01

esses vagabundos tem que pegar pena de mortes, pois, estão matando o povo sem entregar os aparelhos, roubando o dinheiro da saúde do povo, se cair no STF. fica tudo O. o povo que morre, e eles gastam em festas com politicos. vergonha, exército neles.

Justiça paulista proíbe atividade de cabeleireiro em imóvel de caráter residencial
Saiba mais sobre o caso de “estupro culposo” de Mariana Ferrer
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x