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Rio Grande do Sul Presa quadrilha que traficava animais silvestres e vendia armas ilegais de caça no Rio Grande do Sul

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A ação teve a participação de 235 policiais civis e militares, além de agentes do Ibama

Foto: Polícia Civil/Divulgação
A ação teve a participação de 235 policiais civis e militares, além de agentes do Ibama, (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (25), a Operação Arca para combater o tráfico e a caça ilegal de animais silvestres, além da venda irregular de armas para essa prática, no Rio Grande do Sul.

A ofensiva contou com o apoio do Comando Ambiental da BM (Brigada Militar). Pelo menos 14 pessoas foram presas. A ação foi realizada em 14 municípios: Porto Alegre, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Cachoeirinha, Viamão, Minas do Leão, Barra do Ribeiro, Canoas, Sapucaia do Sul, Parobé, Portão, São Sebastião do Caí e Alvorada.

As investigações iniciaram há seis meses, após denúncias recebidas pela ONG Reprass. A quadrilha é suspeita de comercializar diariamente, em grupos de WhatsApp e redes sociais, aves silvestres que chegavam a R$ 2,5 mil cada, além de outros animais silvestres como macaco prego e macaco sagui, coruja suindara, jiboia albina, tartarugas, ouriço pigmeu africano, jabuti e iguanas.

A quadrilha comercializava, ainda, armas longas ilícitas destinadas à caça predatória dos animais. A ação teve a participação de 235 policiais civis e militares, além de agentes do Ibama.

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