Segunda-feira, 08 de Março de 2021

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Mundo Os Estados Unidos superam os 25 milhões de casos de coronavírus

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País é recordista mundial de mortes por Covid. (Foto: EBC)

Os Estados Unidos superaram nesse domingo (24) os 25 milhões de casos de coronavírus, conforme monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins. O país se mantém como o mais afetado pela pandemia no mundo. Em segundo lugar está a Índia, com mais de 10,6 milhões de casos e o Brasil vem em seguida com 8,8 milhões.

Os dados não consideram infecções ou mortes não registradas oficialmente. Por isso, os números podem ser bem maiores do que os apontados pela universidade.

Veja os dez países com mais casos confirmados de covid:

– EUA: 25.003.695 casos

– Índia: 10.654.533 casos

– Brasil: 8.816.254 casos

– Rússia: 3.679.247 casos

– Reino Unido: 3.627.789 casos

– França: 3.093.723 casos

– Espanha: 2.499.560 casos

– Itália: 2.455.185 casos

– Turquia: 2.424.328 casos

– Alemanha: 2.145.459 casos.

Considerando o total de mortes pela doença, os Estados Unidos já registram mais de 417 mil e são o país com maior contingente de mortos pela pandemia, em números absolutos. Em seguida está o Brasil, com mais de 216 mil mortos por complicações da covid-19. A Índia está em 3º, com cerca de 153 mortos.

Veja os dez países com mais mortes pela covid-19:

– EUA: 417.538 mortes

– Brasil: 216.445 mortes

– Índia: 153.339 mortes

– México: 149.084 mortes

– Reino Unido: 97.518 mortes

– Itália: 85.162 mortes

– França: 73.018 mortes

– Rússia: 68.397 mortes

– Irã: 57.383 mortes

– Espanha: 55.441 mortes.

Biden

O presidente americano, Joe Biden, estimou que a pandemia de covid-19 deixará “mais de 600.000” mortos nos Estados Unidos. “Estamos com 400.000 mortos, espera-se que cheguemos a muito mais que 600.000”, disse o novo inquilino da Casa Branca, que nunca havia mencionado uma cifra tão alta.

Biden irá reimpor a partir desta segunda (25) a proibição de entrada a quase todos os viajantes não americanos que estiveram no Brasil, Reino Unido, Irlanda e 26 países da Europa, disseram autoridades de saúde pública dos EUA à agência Reuters. O então presidente Donald Trump ordenou em 18 de janeiro que as restrições ao Brasil e à Europa fossem suspensas, mas a proclamação de Biden rescindirá essa decisão.

Biden está adotando uma abordagem agressiva para combater a propagação do vírus em viagens depois que Trump rejeitou as ordens solicitadas pelas agências de saúde do país.

Cidadãos não americanos que estiveram recentemente na África do Sul também sofrerão restrições, buscando conter a propagação de uma nova variante da covid-19. Autoridades de saúde estão preocupadas que as vacinas atuais possam não ser eficazes contra a nova cepa, o que também aumenta a perspectiva de reinfecção.

A variante sul-africana, também conhecida como variante 501Y.V2, é 50% mais infecciosa e foi detectada em pelo menos 20 países. Funcionários do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) disseram que estariam abertos para adicionar outros países à lista, se necessário.

A variante sul-africana ainda não foi detectada nos Estados Unidos, mas pelo menos 20 estados americanos detectaram uma variante do Reino Unido conhecida como B.1.1.7. As vacinas atuais parecem ser eficazes contra as mutações do Reino Unido.

A diretora do CDC dos EUA, Rochelle Walensky, assinará um pedido separado exigindo máscaras em todos os aviões, balsas, trens, metrôs, ônibus, táxis e veículos compartilhados, disseram as autoridades. Os novos requisitos devem entrar em vigor nos próximos dias, acrescentaram.

As novas regras do CDC entrarão em vigor exigindo que todos os viajantes internacionais de 2 anos ou mais apresentem um teste de coronavírus negativo feito dentro de três dias corridos da viagem ou prova de recuperação da covid-19 para entrar nos Estados Unidos.

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