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Rafael Minotto Os impactos da pandemia no mundo e nas finanças

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Em 2008 quando veio uma das piores crises econômicas nos estados unidos que respingou no mundo, alguns investidores apostaram contra o mercado mais seguro, o mercado imobiliário americano, ganharam milhões de dólares em um momento onde muita gente quebrou, isso porque algumas pessoas fora da curva, começaram a descobrir que existiam dividas altíssimas em bancos, e pessoas altamente endividadas com financiamento de imóveis, o homem comum não consegue acesso a essas informações, mas elas estão lá, muitas vezes até públicas, porém estão dentro de um emaranhado de números que nos confundem.

Pois muito bem, e atualmente, após uma crise pandêmica, inflação, dólar subindo, quais são os números e fatos que começam a aparecer e nos indicar os rumos da nossa sociedade? Muitas coisas estão acontecendo, e talvez muita gente nem sequer entenda, governos mundo a fora imprimiram dinheiro e aumentaram suas dívidas, as criptomoedas começam a surgir como uma moeda independente, em um movimento exatamente contra essas impressões de dinheiro sem compromisso com aquilo que seria uma das coisas mais importantes da economia, momentos ruins deveriam ser encarados para que fossem resolvidos, não postergados, a impressão de dinheiro posterga nosso problema, ao invés de resolvermos no agora, as criptomoedas são independentes e muitas são limitadas, ou seja, tem um valor limite de unidades que podem ser criadas.

No brasil nossas receitas não vencem as despesas desde 2015, e na pandemia essa diferença aumentou ainda mais, ou seja, estávamos no prejuízo e a pandemia acelerou ainda mais essa dívida. Não é novidade nenhuma que nosso País tem muitos problemas, porém mais do que nunca, para reverter essa situação, precisamos ajudar a criar um ambiente onde as pessoas possam empreender com mais facilidade, dessa maneira o Brasil volta ao rumo da prosperidade.

E no Mundo? No mundo a crise energética é o novo desafio mundial, a pauta da energia limpa vem sendo amplamente debatida, o problema é que erramos os cálculos e paramos de investir no aumento da sua produção, agora ela está em falta, e por isso está subindo, dificultando ainda mais a vida das pessoas mais necessitadas. Além da crise energética temos uma desaceleração no crescimento da população, o mundo está envelhecendo, a china a partir de 2030 começa a entrar nesse ritmo também. Por isso, como se fosse uma empresa, ela já começou a investir em educação, moradia e saúde e estimulando a população para que tenham mais filhos. Uma das maiores forças de crescimento de qualquer nação é a população, ela é a mola propulsora.

Investigar aquilo que está acontecendo não é fácil, quando as coisas acontecem, acabamos naquela expressão: “isso era óbvio”, porém o óbvio só é assim depois que acontece, descobrir a realidade exige tempo e investigação e pode ajudar muito os investidores/empreendedores a se ajustarem ou criarem oportunidades. A grande virtude do capitalismo é gerar “deflação” ou seja, que as coisas fiquem mais baratas. E que os empreendedores criem essa redução através das suas soluções e serviços alinhados com o setor público.

Inflação, crise energética, população envelhecendo, criptomoedas, Endividamento mundial.

Quais serão os problemas e soluções daqui para frente? Fique atento!

(Rafael Minotto é investidor e empreendedor há mais de 10 anos, natural de Bagé-RS, formado em contabilidade e gestão financeira, vice presidente da associação comercial de Bagé e ex presidente da federeação dos jovens empresários do RS. Um dos seus empreendimentos está sendo inaugurado em Canoas na área odontológica nos próximos dias. Atuou como corretor da bolsa de valores, sendo o mais jovem corretor do Brasil na época)

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