Quarta-feira, 17 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 16 de junho de 2025
No Congresso, há uma avalanche de críticas contra aumento de impostos e uma cobrança por uma agenda de corte de gastos.
Foto: ReproduçãoPara o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Congresso, a eleição de 2026 já começou. E isso explica o embate que travou o pacote fiscal proposto pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a derrota sofrida pelo governo nesta segunda-feira (16)
O governo viu sua própria base aliada votar a favor da urgência de um projeto que derruba o decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) Foram 346 votos contra 97 para acelerar a proposta que revoga o aumento. O placar é mais que suficiente para aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC), por exemplo.
O presidente aumentou o IOF e tenta emplacar novas medidas de arrecadação, como a cobrança de mais tributos sobre aplicações financeiras e o aumento na taxação sobre as bets. Segundo Haddad, a proposta é cobrar do “andar de cima” pois hoje os moradores da cobertura não estão pagando a conta do condomínio.
No Congresso, há uma avalanche de críticas contra aumento de impostos e uma cobrança por uma agenda de corte de gastos. Nos bastidores, a pressão é motivada pelo assunto que dia e noite está na cabeça dos congressistas: as emendas parlamentares. Deputados e senadores cobram a liberação dos recursos para discutir o pacote de Haddad, mas não é só isso. Sonha quem pensa que pagar emendas será suficiente.
O governo ainda não liberou R$ 50 bilhões em emendas aprovadas pelo Congresso em 2025, fora R$ 10 bilhões de recursos paralelos que estão no guarda-chuva dos ministérios, mas que têm o carimbo dos parlamentares. Até o momento, “pingou” 152 mil no caixa, e o resto está tudo parado e sob forte vigilância do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), o que irrita os congressistas e atrapalha a agenda do governo.
“O governo usa muito o Supremo para atrapalhar a relação aqui. A decisão do Flávio Dino (da semana passada, cobrando explicações sobre as emendas) de novo azedou e hoje o governo não tem nenhuma possibilidade de aprovar nada”, afirmou o presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP), ao jornal o Estado de S.Paulo, ao expor a insatisfação do Congresso Nacional.
O governo corre para aumentar a arrecadação e bancar os gastos de 2025 e 2026. O Palácio do Planalto sustenta que, sem a aprovação do pacote, o congelamento de R$ 31,3 bilhões vai aumentar e parar a máquina pública. O Executivo diz ainda que depende do pacote para viabilizar o pagamento das emendas parlamentares, e que sem isso não terá dinheiro.
De um lado, o Congresso cobra emendas para votar o pacote. De outro, o governo cobra o pacote para pagar as emendas. “Bate aqui e bate lá”, falou a ministra Gleisi Hoffmann em entrevista ao jornal Valor Econômico. Nesse jogo, o impasse trava tudo.
Sustentar os gastos de 2025 e 2026 significa, para Lula, pavimentar a campanha da reeleição ao Palácio do Planalto. São os gastos para os programas sociais, como o Bolsa Família, o Auxílio Gás turbinado e o Pé-de Meia, que terá de voltar para o Orçamento, vitrines eleitorais do petista. Também é o recurso para Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), a tábua de salvação do governo para fazer algum investimento que não seja carimbado pelas emendas.
É aí que mora a dificuldade. A cúpula do Congresso Nacional não quer dar a eleição de mão beijada para Lula. Na avaliação do deputado Rui Falcão (PT-SP), o movimento do Legislativo tem um duplo sentido. “Ou é para nos obrigar a encampar o projeto deles, o que significa uma derrota antecipada, ou fazer massa crítica para nos abandonar no começo do ano que vem e todas essas alianças de ocasião serem desmontadas para apoiar Tarcísio (Freitas, governador de São Paulo)”, disse o parlamentar e candidato à presidência do partido em uma reunião do PT em Porto Alegre, na última sexta-feira, 13.
Por isso, pagar emendas não será suficiente. Uma parte considerável do Congresso aposta no sangramento do governo para viabilizar uma alternativa nas eleições presidenciais. E isso definirá os rumos do pacote fiscal de Haddad, incluindo o aumento do IOF e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês com a taxação das rendas mais altas como compensação. A presença do deputado Arthur Lira (PP-AL), relator do projeto, na reunião de Lula com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), do domingo, 15, não foi à toa. Lula percebeu que o preço subiu.
(Daniel Weterman/Estado de S.Paulo)
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O CANCER…..O VERME TENTOU NOS ROUBAR NOVAMENTE….IOF NÃO PASSOU…. MAS LOGO MAIS ELE VAI QUERER NOS ROUBAR NOVAMENTE…..TODOS OS DIAS ….
ATÉ QUE O DEMONIO O LEVE…!
DESGRAÇA de DESgoverno lulopetista PERDULÁRIO, destruidor da responsabilidade fiscal e saqueador do dinheiro público foi DERROTADO na tentativa de criar e aumentar impostos…
luladrão …esta pior que cachorro sarnento….!!
Este bêbado vagabundo ex presidiário corrupto só quer viajar e gastar dinheiro do povo já gastou 54 milhões dos cofres públicos, agora tá no Canadá aproveitando as férias, Este inútil não tá nem aí pra Este povo idiota que botaram no governo. Pra tapar os roubos do inss e governo, quer aumentar o IOF. E a galinha pintadinha gastando a ppk kkkkkk
O andar de cima deve ser os quinze ministérios criados na atual gestão, para cabide de emprego da “Cumpanheirada”!