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Mundo Papa se encontrou em segredo com tabeliã norte-americana que não emite licenças de casamento para gays

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O papa Francisco se encontrou secretamente com a tabeliã Kim Davis, do Estado norte-americano do Kentucky, que havia sido presa por se recusar a emitir licenças matrimoniais para casais gays, alegando razões religiosas, e a encorajou a manter sua posição, afirmou o advogado da mulher.

Mat Staver, advogado e fundador do Conselho da Liberdade, disse que o papa encontrou Kim e seu marido na embaixada do Vaticano em Washington durante sua visita aos Estados Unidos.
O porta-voz chefe do Vaticano, Federico Lombardi, disse que não negou que o encontro tenha ocorrido, mas declarou não ter nenhum comentário a fazer.

Em uma primeira declaração Lombardi havia afirmado que não confirmaria nem negaria a reunião.

O encontro aconteceu durante uma viagem na qual Francisco evitou amplamente falar sobre casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Não faltou oportunidade ao pontífice para mencionar o assunto: Francisco se encontrou com o presidente dos EUA, Barack Obama, discursou para o Congresso, se encontrou com moradores de rua e pediu para o país receber imigrantes.

O pontífice, falando a repórteres durante voo de volta para casa após sua viagem de dez dias por EUA e Cuba, disse que autoridades do governo têm o direito humano para recusar um trabalho
caso sintam que isso viole sua consciência.

Staver, cuja cliente foi presa por cinco dias no mês de setembro por se recusar a acatar uma ordem judicial para emitir as licenças para casamentos, em acordo com a ordem da Suprema Corte, disse que sua equipe não quis revelar o encontro até o momento para evitar interferências com a mensagem do papa durante sua visita.
“Não queríamos que a visita do papa fosse ofuscada por Kim Davis”, disse o advogado da tabeliã.

O caso
Um juiz federal dos EUA ordenou no dia 8 de setembro a libertação da tabeliã.
A recusa, que contrariava decisão da Suprema Corte norte-americana, revoltou grupos de defesa dos direitos dos gays. Ela disse que preferia permanecer detida a ser obrigada a emitir a documentação das uniões.

Para o juiz David Bunning, uma vez solta, Kim deverá se comprometer a não interferir de modo nenhum, direta ou indiretamente, na ação de seus tabeliães substitutos para oficializar casamentos permitidos por lei.

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