Sábado, 19 de Setembro de 2020

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Celebridades “Meses de reinvenção, empatia e resiliência”, diz Patrícia Poeta sobre a quarentena

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“Fiz minha primeira live. Voltei a estudar, tentei ajudar quem estava mais vulnerável neste período", disse a apresentadora

Foto: Reprodução
“Fiz minha primeira live. Voltei a estudar, tentei ajudar quem estava mais vulnerável neste período", disse a apresentadora. (Foto: Reprodução)

O “É de Casa está completando cinco anos neste sábado (8), mas não é só a atração da Globo que faz aniversário: Patrícia Poeta, uma das apresentadoras do programa, ao lado de Ana Furtado, André Marques e Cissa Guimarães, está comemorando também sua bem-sucedida transição do hard news para o entretenimento. A gaúcha de 43 anos, que esteve à frente do SPTV e do Fantástico e foi âncora do Jornal Nacional de 2011 a 2014 com William Bonner, sempre pensou em fazer a mudança. “Era um novo desafio na minha carreira e, ao mesmo tempo, um desejo antigo – desde o meu período como correspondente em NY, confesso”, conta ela.

Atualmente com cinco horas de duração, o É de Casa é o programa mais longo da TV Globo e, como o resto do mundo, precisou se adaptar à nova realidade da pandemia de coronavírus. “Não paramos em momento algum, porque queríamos levar todas as informações importantes, neste período, ao telespectador e, ao mesmo tempo, mesclar com um pouco de leveza”, explica Patrícia, contando que todos tiveram que “acordar mais cedo e trabalhar mais”.

Durante a quarentena, Patrícia teve a companhia do único filho, Felipe, de 18 anos, da união com o ex-marido, Amauri Soares, da namorada do jovem, e do cãozinho da família, Marley. A rotina foi, também de mudança e descobertas – ela se aventurou nas tarefas domésticas e no mundo digital, e manteve firme o compromisso com a saudade e a boa forma, treinando todos os dias com personal.

“Fiz minha primeira live. Voltei a estudar, tentei ajudar quem estava mais vulnerável neste período, passei a trabalhar em casa e a gravar sozinha para o programa. Minha casa virou uma espécie de escritório, sala de ginástica, estúdio, sala de aula”, diz a jornalista, que lamenta que não tenha podido celebrar a formatura de Felipe na escola como gostaria.

“Tradicionalmente, a gente reuniria a família e os amigos”, explica Patrícia, lembrando que os meses de pandemia foram “de reinvenção, empatia, mais do que nunca, e resiliência”. “Sempre gostei muito da simplicidade da vida, daquele abraço afetuoso dos amigos e da família. E acho que essa pandemia deixou esse sentimento mais forte ainda dentro de mim”, afirma.

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