Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 9 de maio de 2017
O pedido de impedimento do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), no caso Eike Batista, feito por Rodrigo Janot, ampliou o clima de tensão no Supremo, já agudo desde a semana passada, quando a segunda turma decidiu, por maioria, soltar presos provisórios da Lava Jato.
Mendes estava dando aula quando o pedido de Janot veio à público. Ainda assim, auxiliares do ministro começaram a levantar todos os casos em que o escritório da mulher dele atuou pelo grupo de Eike. Não há caso na área penal.
Com a ofensiva de Janot sobre Gilmar, a pressão recai sobre a presidente da corte, Cármen Lúcia. Ela pode decidir a questão sozinha ou encaminhar o caso ao plenário. (Folhapress)
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