Quinta-feira, 29 de Outubro de 2020

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Bem-Estar Pesquisadores brasileiros investigam a relação da falta de vitamina D com complicações pela Covid-19

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A principal fonte de produção da vitamina D se dá por meio da exposição solar

Foto: Reprodução
A principal fonte de produção da vitamina D se dá por meio da exposição solar. (Foto: Reprodução)

Um estudo que está sendo realizado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, busca identificar como a falta de vitamina D pode prolongar o tempo de internação, apresentar complicações e aumentar as taxas de mortalidade entre idosos com o coronavírus.

O experimento está em andamento com cerca de 140 pacientes acima de 60 anos. Segundo o geriatra Alberto Frisoli, líder da pesquisa e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), é comum que pacientes com mais de 60 anos apresentem deficiência de vitamina D e síndrome de fragilidade, caracterizada por sinais como fadiga, perda de peso e fraqueza.

No entanto, não se sabe ainda como isso pode contribuir para complicações em infectados com o vírus Sars-Cov-2.

Frisoli explica que o estudo está na fase de coleta de dados. “Basicamente, até o momento, estamos identificando que, entre pacientes graves, o índice de deficiência de vitamina D é muito alto”.

A vitamina D é importante para metabolizar o cálcio e o fósforo no nosso organismo, sendo importante para a saúde dos ossos. Cerca de 80% da necessidade diária pode ser adquirida pela exposição diária ao sol e 20% pela ingestão alimentar.

A falta dessa vitamina pode causar problemas musculoesqueléticos, como raquitismo e osteoporose, e um maior risco de contrair infecções.

Até novembro deste ano, os pesquisadores pretendem analisar dados de 200 pacientes e observar se a ausência da vitamina piora o quadro clínico.

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