Domingo, 30 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 8 de março de 2025
Luis Fernando Lusi ingressou na Brigada Militar em 2009 e atuava desde então no 38º BPM.
Foto: ReproduçãoUm policial militar de 33 anos morreu após ser atropelado por um motorista que desrespeitou uma barreira policial na BR-386, em Soledade, no Norte do Rio Grande do Sul. A vítima foi identificada como o 2º sargento Luis Fernando Lusi, do 38º Batalhão de Polícia Militar (38º BPM).
O caso ocorreu na madrugada deste sábado (8), quando equipes do batalhão receberam informações sobre um veículo com placas clonadas circulando pela rodovia. Após localizar o automóvel, os policiais iniciaram uma perseguição.
Próximo a um pedágio, foi montada uma barreira para interceptar o veículo. No entanto, o motorista entrou na contramão, ignorou a ordem de parada e atingiu Lusi. O policial chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.
O suspeito fugiu, mas foi localizado pouco depois e preso. O veículo também foi apreendido.
Carreira e homenagem
Luis Fernando Lusi ingressou na Brigada Militar em 2009 e atuava desde então no 38º BPM. Ele deixa esposa e um filho de dois anos.
Em nota, a Brigada Militar lamentou a morte do policial e manifestou solidariedade à família e amigos.
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Em vez de questionar a posição desse nobre policial que nos serviu por vários anos, sem saber os reais fatos, sedeveria rever seus conceitos e questionar esse criminoso que ceifou a vida e um pai de família, um defensor de uma sociedade que não da valor para seu serviço, que só sabe criticar e apontar o dedo. Uma sociedade que da mais valor a vida de um bandido do que uma pessoa de bem. Quando estiver em dificuldades, chame esse marginal para lhe ajudar e não a polícia. Sabem falar quando a policia precisa usar a força para não ser… Leia mais »
Mas será que o policial imaginou que o v@g@bundo iria parar para obedecer a sua ordem ou para evitar o atropelamento? Ou é muita ingenuidade ou insipiencia.
Vai em paz parceiro, tua luta não foi em vão.
Só espero que o Estado reconheça.