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Brasil Policial militar que matou campeão mundial de jiu-jítsu é preso em São Paulo

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Leandro Lo, de 33 anos, foi baleado na cabeça durante um show de pagode na capital paulista

Foto: Reprodução/Instagram
Leandro Lo, de 33 anos, foi baleado na cabeça durante um show de pagode na capital paulista. (Foto: Reprodução/Instagram)

O policial militar Henrique Otávio Oliveira Velozo, que matou o campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo Pereira do Nascimento com um tiro na cabeça, foi preso na tarde de domingo (07), em São Paulo. A Justiça determinou a prisão temporária do homem por 30 dias.

O policial, que havia fugido após o crime, se apresentou à Corregedoria da PM (Polícia Militar). Depois de prestar depoimento à Polícia Civil, o homem foi encaminhado ao Presídio Romão Gomes, na capital paulista.

Campeão mundial de jiu-jítsu por oito vezes, o brasileiro Leandro Lo, de 33 anos, foi baleado na cabeça durante um show no Esporte Clube Sírio, na Zona Sul de São Paulo, na madrugada de domingo. Após o disparo, o atleta foi hospitalizado e teve a morte cerebral confirmada.

Segundo o advogado da sua família, Ivan Siqueira Junior, o crime ocorreu depois que o lutador teve uma discussão com o policial militar durante a apresentação do grupo de pagode Pixote. Para acalmar a situação, conforme o advogado, Leandro Lo imobilizou o homem. Depois, quando estava se afastando do atleta, o policial sacou uma arma e atirou na cabeça do lutador.

O advogado revelou que, após o tiro, o assassino ainda deu dois chutes em Leandro Lo, que estava caído, e fugiu. Pouca gente ouviu o barulho do disparo porque o som estava alto no local.

Um amigo do lutador que presenciou o crime disse que o autor do disparo estava sozinho e provocou Leandro Lo e cinco amigos, que encontravam-se em uma mesa. “Ele chegou, pegou uma garrafa de bebida da nossa mesa. O Lo apenas o imobilizou para acalmar. Ele deu quatro ou cinco passos e atirou”, disse a testemunha.

O policial estava de folga quando ocorreu o crime. A Polícia Militar disse lamentar o ocorrido e que abriu um inquérito administrativo para investigar o caso.

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Gilso Machado
8 de agosto de 2022 16:56

Deixa de ser idiota, arma não mata, quem mata é o ser humano e, para que concretize sua intenção, pode usar de vários artifícios, inclusive uma arma de fogo.

Vanderlei Ochoa
8 de agosto de 2022 11:14

Armas na mão de cidadão comum, são um perigo . Agora, nas mãos de um policial bandido e assassino, mil vezes pior…Lamentável.

Eloa Guterres
8 de agosto de 2022 20:28

Que coloquem na cadeia e joguem a chave fora.

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